Marco Schroeder enviou carta de renúncia; parecer do orgão é centro de ação da 777 Carioca que derrubou Pedrinho e outros dois integrantes do conselho de administração do futebol cruz-maltino 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Marco Schroeder, presidente do conselho fiscal da SAF do Vasco — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 28/06/2026 - 16:48 Renúncia de Marco Schroeder expõe crise de governança no Vasco Marco Schroeder, presidente do conselho fiscal da SAF do Vasco, renunciou ao cargo, destacando a importância da transparência e governança. Sua decisão ocorre em meio à controvérsia envolvendo a 777 Carioca, que levou à destituição de membros do conselho administrativo. Schroeder sugere quarentena para executivos futuros e expressa preocupação com negociações de revenda da SAF, enfatizando que o Vasco precisa de investidores, mas com acordos transparentes. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Presidente do conselho fiscal da SAF do Vasco, Marco Schroeder enviou carta à diretoria da companhia renunciando ao cargo. O órgão entrou em evidência ao ter seu parecer no balanço fiscal citado como uma das principais bases em ação da 777 Carioca na Justiça que derrubou Pedrinho e outros dois nomes do conselho administrativo da SAF. Em carta, o executivo renuncia ao cargo a partir do dia 31 de julho e conjectura sobre a situação do futebol cruz-maltino. Ele sugere quarentena para futuros executivos e envolvidos em cargos na SAF. "O momento vivido pela Vasco da Gama SAF, especialmente em seu processo de reconstrução financeira e de governança, exige, em minha opinião, administradores legitimamente avaliados e eleitos pelos órgãos competentes previstos no Estatuto Social. Registro também minha preocupação com a necessidade de evolução da governança corporativa da companhia. Precisamos avançar para que a Vasco SAF não permaneça presa às práticas do passado. Sem gestão, governança e mecanismos sólidos de controle, dificilmente alcançaremos o Vasco que todos desejam construir. Entendo como fundamental a implementação de processos formais e permanentes de compliance aplicáveis aos diretores e membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, inclusive como requisito prévio para posse e permanência nos cargos. Da mesma forma, considero necessária a adoção de compromissos de quarentena relativamente à participação em negócios, contratos ou posições vinculadas à Vasco SAF". Schroeder também aborda as conversas pela revenda da SAF entre Pedrinho e o empresário Marcos Faria Lamacchia. O executivo diz que não dispõe de informações para entender se a operação é "um bom ou mau negócio para a companhia", mas pondera: " O Vasco necessita de investidores, mas isso não significa aceitar qualquer modelo de acordo. Transparência é elemento indispensável em negociações desta relevância". "Aproveito ainda este momento para reafirmar a necessidade de a Vasco SAF desenvolver alternativas de governança e financiamento que assegurem sua continuidade e sustentabilidade de longo prazo. Contudo, sinto-me na obrigação de registrar que não disponho das informações necessárias para avaliar se as operações em discussão neste momento representam um bom ou mau negócio para a companhia. O Vasco necessita de investidores, mas isso não significa aceitar qualquer modelo de acordo. Transparência é elemento indispensável em negociações desta relevância. O futebol brasileiro já possui histórico de operações insuficientemente esclarecidas, e não podemos continuar contribuindo para esse cenário".
Presidente do conselho fiscal da SAF do Vasco renuncia e fala de possível revenda: 'Transparência é elemento indispensável'
Marco Schroeder enviou carta de renúncia; parecer do orgão é centro de ação da 777 Carioca que derrubou Pedrinho e outros dois integrantes do conselho de administração do futebol cruz-maltino






