28/06/2026 03h30 Atualizado há 49 minutos
Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você
Antonio Fagundes gosta de ser chamado de Fafá, seu apelido entre os íntimos. Acha “Fagundes” “muito sério”. Diz que costumam fazer uma ideia meio errada dele. Talvez, pelo rigor e a disciplina que aplica na profissão há 60 anos. A data redonda, aliás, ele celebra com “Dois de nós”, peça que estreia (com Christiane Torloni, Alexandra Martins e Thiago Fragoso) dia 23, no Axia Casagrande, no Rio, após levar mais de 200 mil pessoas a teatros de Brasil e Portugal em quase dois anos de temporada.
Fato é que Fafá prefere levar a vida rindo de si mesmo. Um detalhe no visual com que surge para dar esta entrevista é prova disso, afinal, “quem põe uma meia assim não pode se levar a sério”, afirma, apontando o tecido laranja, repleto de desenhos de sushi, que cobre seus pés. O livro embaixo do braço (“A carne”, de Rosa Montero) destaca mais um aspecto de sua personalidade: a de leitor voraz. É sobre ele — além da volta às novelas em “Quem ama cuida” e do primeiro filme com o amigo Tony Ramos — que ele discorre em participação no videocast “Conversa vai, conversa vem”, que vai ao ar nessa segunda-feira (28), às 9h, no Youtube e no Spotify. A seguir trecho da entrevista:






