Ontem, dados de inflação e o Relatório de Política Monetária (RPM) alimentaram essa expectativa, e hoje é a queda de cerca de 3% dos preços do petróleo que dá fôlego renovado à dinâmica positiva das taxas Imagem ilustrativa — Foto: RDNE/Pexels Os juros futuros abriram o pregão desta sexta-feira em queda firme, de mais de 10 pontos-base em diversos trechos da curva a termo, em um movimento que dá sequência a uma semana de forte alívio da renda fixa doméstica à medida que os investidores precificam uma política monetária menos restritiva no Brasil. Ontem, dados de inflação e o Relatório de Política Monetária (RPM) alimentaram essa expectativa, e hoje é a queda de cerca de 3% dos preços do petróleo que dá fôlego renovado à dinâmica positiva das taxas. O bom desempenho das taxas vem meio diante de mais uma queda da taxa de desemprego no Brasil, de 5,8% a 5,6% no trimestre encerrado em maio, conforme mostrou a PNAD Contínua há pouco. O dado reforça a visão de um mercado de trabalho bastante apertado, o que poderia se transformar em pressão nos salários e, por consequência, na inflação. Por volta de 9h15, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 recuava de 14,09%, do ajuste de ontem, para 14,05%; a do DI de janeiro de 2028 cedia de 14,245% a 14,13%; a do DI de janeiro de 2029 tinha forte queda de 14,34% para 14,21%; e a do DI de janeiro de 2031 baixava de 14,395% a 14,275%.