Foi famoso na publicidade brasileira o comercial do Fiat Uno às vésperas da Copa de 1990. O técnico da seleção, Sebastião Lazaroni, multado por um policial em Roma, apresentava seus documentos argumentando ser brasileiro, apesar do sobrenome.
"Lazaroni brasiliano? Piacere! Io sono il papa." Lazaroni brasileiro? Muito prazer! Eu sou o papa.
A gente quase não nota que os técnicos das Copas de 1958, Feola, e do Penta, Scolari, poderiam causar a mesma surpresa pela ascendência italiana.
Ancelotti é diferente, italiano mesmo, da região Reggio Emilia, e cantou o Hino Nacional Brasileiro a plenos pulmões antes da vitória sobre a Escócia. Questionado sobre como isso foi possível, respondeu: "Eu conheço um hino, o da Itália, estou aprendendo outro, o do Brasil, muito bonito e também difícil. Fico lendo as letras e canto, porque gosto de cantar".
Também pelo respeito pelo país que o acolheu e lhe deu o emprego mais bem remunerado entre todos os treinadores da Copa. Sobretudo, respeito.









