Seu Worker Service roda lindamente com F5. Mas "roda na minha máquina" não processa pedido nenhum às 3h da manhã. Em produção, um worker é uma aplicação de longa duração que precisa iniciar sozinha, sobreviver a reinícios e se recuperar de falhas — sem ninguém apertando botão.
Neste post você vai ver os três caminhos para colocar um Worker Service .NET em produção — Windows Service, container Docker e Linux — e, mais importante, os requisitos de produção que realmente importam por trás de cada comando.
Por que worker não é API
Antes do "como", vale lembrar o que torna um worker diferente de uma aplicação web. Diferentemente de uma API, um Worker Service não responde a requisições HTTP — ele executa continuamente em background.
Isso muda os requisitos de hosting. O worker precisa:







