Já vai longe 2011, ano em que Inglaterra e Gana se cruzaram pela única vez até agora. Em Wembley, meses depois de os ganeses terem alcançado a melhor classificação de sempre num Mundial (quartos-de-final), o jogo terminou empatado (1-1). Era uma outra geração, mas com ambição idêntica à da actual. Na noite desta terça-feira (21h), as duas selecções voltam a medir forças, com o objectivo de arrebatarem a liderança isolada do Grupo L e assegurarem um lugar na próxima fase do Campeonato do Mundo de 2026.Como é que o Gana vai abordar o jogo? Com o mesmo 4x3x3 que apresentou frente ao Panamá? Com idênticas escolhas? Só uma pessoa saberá ao certo responder a estas perguntas: chama-se Carlos Queiroz e tomou conta do projecto somente do passado dia 13 de Abril, já com a qualificação assegurada.O treinador português, que vive a quinta aventura na fase final de um Mundial (cumpriu três com o Irão e uma com Portugal), não teve tempo a perder. Foi chegar, ver e mudar. Estruturalmente, o Gana passou de uma habitual linha defensiva de cinco (5-4-1), com Otto Addo, para uma de quatro (4-3-3 ou 4-5-1), alterando também a forma de pressionar (mais organizada e uns metros mais à frente no terreno). Pelo menos é o diagnóstico que se extrai dos três jogos realizados até agora.
Sem pressão, o Gana de Carlos Queiroz tem “uma missão” a cumprir
Selecção africana, em fase de mudança de pele, mede forças com Inglaterra para decidir a liderança do Grupo L e o apuramento para a próxima fase do Mundial.











