Argentino superou o alemão Lothar Matthäus na última Copa do Mundo e agora se isola na liderança da lista, que também tem Cristiano Ronaldo próximo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Contra a Argélia, Lionel Messi marcou o primeiro hat-trick em Copas da carreira — Foto: Roberto Schmidt/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/06/2026 - 14:10 Lionel Messi supera Matthäus e mira recorde de gols na Copa do Mundo Na Copa do Mundo, Lionel Messi se destaca ao alcançar 28 jogos pela Argentina, ampliando seu recorde histórico, superando Lothar Matthäus. Além disso, busca ser o maior artilheiro isolado do torneio, empatado atualmente com Miroslav Klose com 16 gols. Na partida contra a Áustria, Messi enfrenta desafios táticos, como a pressão defensiva austríaca e a gestão de sua carga física, em busca de novas conquistas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Além de buscar novos recordes nessa Copa do Mundo, como a artilharia geral do torneio, Messi está ampliando as marcas que ele já possui. Nesta segunda (22), contra a Áustria, o craque faz sua 28ª partida na competição, o maior número de um jogador na história. Em 2022, Messi superou alemão Lothar Matthäus (25 partidas) na final do título mundial, no Catar. Agora, em sua sexta Copa do Mundo, ele está ampliando o recorde histórico. Depois de Matthaus, completam o topo da lista o ex-atacante Miroslav Klose, com 24 jogos, e o italiano Paolo Maldini, com 23 jogos, mesma quantidade de Cristiano Ronaldo, que até o final da fase de grupos deve alcançar a marca de Matthaus. Além do recorde de jogos, a partida pode colocar Lionel Messi como o maior artilheiro isolado da história das Copas do Mundo. Ele entrou em campo com 16 gols, mesmo número de Klose. Argentina x Áustria Argentina e Áustria se enfrentam pela segunda rodada do Grupo J da Copa do Mundo e buscam a classificação antecipada para o mata-mata. Com tanta expectativa em torno do craque argentino, as previsões da Bola de Cristal apontam amplo favoritismo para os sul-americanos, com mais de 50% de chance de vitória. A realidade do confronto, porém, pode ser outra. Por isso, O GLOBO separou três pontos aos quais você deve ficar atento no jogo de hoje. A pressão austríaca Ralf Rangnick é um treinador conhecido por montar equipes agressivas, verticais e que pressionam a saída de bola adversária. Diferentemente do jogo contra a Argélia, em que Messi teve liberdade durante boa parte da partida, no duelo desta tarde é provável que o craque seja mais "mordido". Ralf Rangnick, técnico da Áustria — Foto: STU FORSTER/Getty Images via AFP A Áustria pode dificultar a construção de jogo da Argentina e reduzir os espaços para o camisa 10, exigindo mais criatividade dos companheiros para encontrá-lo. No entanto, o foco dos austríacos não se resume a neutralizar o craque. A comissão técnica sabe que o perigo vem de todos os lados, o que exigirá uma marcação intensa e coletiva. A qualidade dos jogadores argentinos, inclusive, foi ressaltada na entrevista coletiva pré-jogo de Rangnick, que destacou que a seleção sul-americana é "muito mais" do que Lionel Messi, valorizando o trabalho e o talento dos demais atletas da equipe. Laimer, da Áustria, marcando Abdallah Nasib, da Jordânia — Foto: DEAN MOUHTAROPOULOS/Getty Images via AFP A gestão física de Messi Não que Lionel Messi precise de algum motivo específico para se motivar a jogar futebol. No entanto, não dá para negar que a possibilidade de se tornar o artilheiro isolado da história das Copas do Mundo dá uma "forcinha" a mais ao craque. Por isso, é importante observar como o gênio se comporta em campo. Na estreia, chamou a atenção vê-lo combatendo e marcando até mesmo perto da linha lateral. Esse desgaste físico acende o alerta para outro fator crucial: a sua minutagem na competição. Prestes a completar 39 anos, o camisa 10 já vive sob um rígido controle de carga. Contra a Argélia, inclusive, ele foi substituído — algo que só havia acontecido outras duas vezes em toda a sua trajetória em Mundiais. Pausa para hidratação Apesar de ser disputado em um estádio coberto e climatizado, o jogo terá as duas interrupções obrigatórias para hidratação. O próprio Lionel Scaloni, técnico da Argentina, destacou que as pausas funcionam quase como novos intervalos e podem permitir ajustes táticos no meio de cada etapa. O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, durante treinamento nos EUA antes da estreia na Copa do Mundo, contra a Argélia — Foto: Alejandro Pagni/Getty Images via AFP — O calor e as pausas constantes dão vantagem ao time teoricamente mais frágil. No fim das contas, é para ter mais tempo de jogo e ficou um pouco desconexo. Essa coisa de quatro tempos parece irreal — disse.