Jogadores de Brasil e França reclamaram das condições do campo em Nova Jersey, enquanto a Fifa garante que a superfície segue em padrões de elite 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Aquecimento de França e Snegal o Metlife Stadium — Foto: Darrian Traynor/Getty Images/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/06/2026 - 05:11 Jogadores criticam gramado do MetLife Stadium após amistoso Jogadores do Brasil e da França criticaram o gramado do MetLife Stadium, em Nova Jersey, após a vitória francesa por 3 a 1 sobre o Senegal. Vinicius Junior destacou que a superfície seca dificultava o jogo, enquanto Rabiot e Deschamps expressaram insatisfação. Apesar disso, a Fifa defende as condições do campo, alegando que todos os estádios da Copa de 2026 estão dentro dos padrões de excelência. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Minutos depois do apito final da vitória da França por 3 a 1 sobre o Senegal, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, um outro jogo começou. Enquanto mais de 80 mil torcedores deixavam as arquibancadas, dezenas de funcionários invadiram o gramado para uma operação quase militar de recuperação da superfície que receberá a final da Copa do Mundo de 2026, em 19 de julho. Rastelos, equipamentos de corte, sistemas de irrigação e medições constantes passaram a ocupar o espaço que, instantes antes, havia sido dominado por estrelas como Kylian Mbappé, Harry Kane e Vinicius Junior. A cena revela uma das maiores preocupações dos organizadores do torneio: garantir a qualidade do gramado do estádio que receberá oito partidas da Copa, incluindo a decisão. A atenção não é por acaso. O campo do MetLife Stadium se tornou um dos temas mais debatidos da competição após receber críticas públicas de jogadores e treinadores. Depois da estreia do Brasil diante do Marrocos, Vinicius Junior afirmou que o gramado estava seco e dificultava a circulação da bola. — Por causa do clima e do calor, a grama seca rapidamente e o jogo acaba ficando muito lento. Não conseguimos criar ritmo — afirmou o atacante brasileiro. As reclamações se repetiram dias depois, quando a França enfrentou o Senegal no mesmo local. O técnico Didier Deschamps evitou críticas diretas, mas deixou clara sua insatisfação ao descrever a superfície como "especial". — Pode haver um pouco de cimento sob a grama. Há partes muito curtas. Precisamos nos adaptar — disse o treinador francês. O meio-campista Adrien Rabiot foi ainda mais contundente. — Parecia mais um gramado artificial. Era duro e rígido. Espero encontrar campos melhores nos próximos jogos — afirmou. Apesar das manifestações de atletas e treinadores, a Fifa mantém uma avaliação completamente diferente. Em comunicado, a entidade afirmou que todos os 16 estádios utilizados na Copa apresentam condições "excelentes" de jogabilidade e segurança. Segundo a organização, mais de cinco anos de pesquisas, testes e desenvolvimento foram dedicados à preparação das superfícies da competição. A Fifa também sustenta que eventuais áreas desgastadas observadas por torcedores ou pela televisão não comprometem a qualidade do gramado. O campo utilizado no MetLife foi transportado da Carolina do Norte em uma operação logística que exigiu 27 caminhões e cerca de 12 horas de viagem. A estrutura inclui sistemas subterrâneos de irrigação, ventilação e controle de umidade projetados para suportar as altas temperaturas do verão americano e a intensa sequência de partidas. Ainda assim, o desgaste visual chamou atenção logo após os primeiros jogos. Durante as partidas, equipes especializadas entram em ação até mesmo no intervalo para corrigir imperfeições, remover resíduos, compactar áreas específicas e realizar irrigação emergencial. O cuidado é explicado pela importância do estádio dentro do torneio. Além da final, o MetLife ainda receberá mais seis partidas, entre elas confrontos das oitavas de final. Cada jogo será um novo teste para a superfície, que precisará suportar quase um mês de uso contínuo.
Gramado da final da Copa vira alvo de críticas, mas Fifa defende condições: 'Excelente'
Jogadores de Brasil e França reclamaram das condições do campo em Nova Jersey, enquanto a Fifa garante que a superfície segue em padrões de elite












