Durante anos, a lógica das redes sociais foi simples: o usuário não pagava em dinheiro, mas pagava com atenção, dados, tempo de tela e exposição a anúncios. Agora, a Meta começa a empurrar outro modelo para Instagram, Facebook e WhatsApp: pacotes pagos com recursos extras, mais personalização, ferramentas de produtividade, benefícios para criadores e empresas e, em alguns mercados, até versões sem anúncios.

A mudança não significa que Instagram, Facebook e WhatsApp deixarão de ser gratuitos. A ideia é criar camadas premium para quem quer mais controle, mais recursos ou mais profissionalização dentro das plataformas. A Meta já oferece o Meta Verified, assinatura paga que dá selo de verificação, proteção contra falsificação de identidade, suporte e recursos adicionais para pessoas, criadores e empresas. No caso de empresas, a própria Meta descreve o serviço como uma forma de aumentar a confiança, proteger a marca e dar mais segurança ao público que interage com perfis comerciais.

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