O Portal da Queixa voltou a alertar para o aumento das burlas relacionadas com a compra de cadernetas e cromos do Mundial 2026. Depois do primeiro aviso lançado em Maio, a plataforma revela que já recebeu 203 reclamações de consumidores que dizem ter sido lesados por esquemas de venda fraudulentos.De acordo com o comunicado enviado às redacções, o número de casos registados nas últimas semanas representa uma subida significativa deste tipo de fraude. Os esquemas recorrem sobretudo a sites falsos e anúncios divulgados nas redes sociais, que simulam lojas legítimas e utilizam a imagem de marcas reconhecidas para convencer os consumidores a efectuar pagamentos, um modus operandi que o PÚBLICO já tinha noticiado.Segundo a análise do Portal da Queixa, muitos dos lesados apresentaram reclamações dirigidas à Panini, tentaram recuperar os montantes pagos através das instituições bancárias e denunciaram as páginas fraudulentas em plataformas como o Facebook e o Instagram, onde vários destes anúncios são promovidos. Os relatos partilhados pelos consumidores apresentam características semelhantes. As vítimas são atraídas por campanhas aparentemente credíveis e confrontadas com mensagens que apelam à urgência ou à escassez do produto. Após o pagamento, frequentemente realizado através de meios digitais, acabam por não receber qualquer confirmação da encomenda, nem os produtos.
Portal da queixa regista mais de 200 burlas ligadas aos cromos do Mundial
A febre continua e o aumento do número de reclamações por fraudes na compra de cadernetas e cromos do Mundial 2026 também. Os esquemas são semelhantes e o Portal da Queixa deixa alguns conselhos.
Portal da Queixa documenta 203 fraudes em cromos Mondiale 2026 via sites falsos em Facebook/Instagram. O padrão revela gaps em validação merchant: marcas devem reforçar fraud detection e reputation monitoring para proteger transações digitais.










