Ferramenta Jogou Bem ou Jogou Mal?, do GLOBO, mostra alta de 24,2 pontos percentuais em relação à estreia; Paquetá foi quem mais cresceu, e Raphinha teve a pior avaliação 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Matheus Cunha e Vinicius Junior — Foto: Roberto SCHMIDT / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/06/2026 - 20:25 Vitória do Brasil sobre Haiti eleva aprovação da torcida em 57% A vitória da seleção brasileira sobre o Haiti aumentou a aprovação dos torcedores em 57%, segundo a ferramenta "Jogou Bem ou Jogou Mal?" do GLOBO. Matheus Cunha e Vinicius Junior foram os mais votados positivamente, enquanto Raphinha teve a pior avaliação. Lucas Paquetá destacou-se com o maior crescimento individual. A avaliação geral subiu de 42,1% após o empate com Marrocos para 66,4% após o triunfo por 3 a 0. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A vitória contra o Haiti, na sexta-feira, não apagou todas as dúvidas deixadas pela estreia, mas mudou de maneira clara a temperatura do torcedor. Na ferramenta Jogou Bem ouJogou Mal?, do GLOBO, a aprovação geral da seleção saltou de 42,1% no empate com Marrocos para 66,4% depois dos 3 a 0 contra a seleção caribenha. Foram 24,2 pontos percentuais de alta — ou um crescimento de 57,5% na comparação entre as duas partidas. O futebol ainda pode melhorar, mas a primeira vitória devolveu ao menos uma boa dose de confiança. Jogou bem / Jogou mal — Foto: Editoria de Artes Ninguém aproveitou melhor essa mudança de atmosfera do que Matheus Cunha. Autor de dois gols, o atacante recebeu 93,9% de votos em “jogou bem” e terminou como o mais aprovado da partida. Vinicius Junior veio logo atrás, com 90,7%. O chute do camisa 7 originou o primeiro gol, ele serviu Cunha no segundo e ainda marcou o terceiro, pouco antes do intervalo. Depois de também balançar a rede contra Marrocos, Vini tornou-se, até aqui, o porto mais seguro da seleção no olhar dos leitores. Na outra ponta da votação ficaram Raphinha, com apenas 24,6% de aprovação, e Casemiro, com 31,6%. O atacante teve pouca influência até deixar o campo ainda no primeiro tempo, por causa de um problema físico. Casemiro, embora tenha sido o brasileiro que percorreu a maior distância na partida, voltou a não conquistar a maioria. Mesmo assim, sua avaliação cresceu bastante em relação à estreia, quando recebera somente 2,7% de votos positivos. A melhora coletiva fica ainda mais evidente nas curvas individuais. Lucas Paquetá, que deu o passe para o gol de Vini, protagonizou a maior arrancada: saiu de 20,8% contra Marrocos para 69% diante do Haiti, avanço de 48,1 pontos. Matheus Cunha subiu 46,4 pontos. Alisson, exigido numa boa cabeçada de Ricardo Adé, avançou 43,1; Gabriel Magalhães ganhou 41,5. Dos 12 jogadores avaliados nas duas partidas, 11 chegaram ao fim da segunda rodada mais bem vistos, ou seja, cresceram junto com a seleção de um jogo para o outro. A única exceção foi Danilo Santos, do Botafogo. A aprovação do meio-campista caiu de 76,1% para 63,2%, recuo de 12,9 pontos. Já Vini foi o mais regular: passou de 88,1% para 90,7%, oscilação de apenas 2,6 pontos, e lá no alto. Primeiro colocado na estreia, segundo diante do Haiti e autor de gols nos dois jogos, ele vem sendo, para o torcedor, a resposta mais constante de um time que ainda procura suas certezas. As duas primeiras rodadas já renderam mais de 200 mil avaliações na ferramenta do GLOBO. O Jogou Bem ou Jogou Mal? está disponível em todos os jogos da seleção brasileira: abre nos dez minutos finais de cada partida e permanece no ar até o compromisso seguinte. O leitor ainda pode acessar o site do GLOBO e registrar seus votos sobre Brasil x Haiti. Ao longo da Copa, novas reportagens e análises no digital e no impresso mostrarão como a percepção do torcedor muda — ou se consolida — a cada atuação da seleção. A leitura dos torcedores encontra eco no Power Ranking da Fifa, que transforma os dados das partidas em notas de ataque, criatividade e defesa. Contra o Haiti, Vini e Matheus Cunha lideraram o recorte ofensivo, com 8,02 e 8, respectivamente, enquanto Paquetá foi o melhor em criatividade, com 8,04. A divergência apareceu entre os piores: Raphinha, último na votação popular, ainda ficou entre os cinco melhores no ataque, enquanto Casemiro, o segundo mais rejeitado, não entrou no top 10.