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Há um antes e um depois das 13 horas e dez minutos de sexta-feira na história do congresso do PSD. Com o chumbo da reforma laboral no Parlamento, há uma inversão daquilo que poderá ser a narrativa que os vários delegados, mas sobretudo a direcção do partido, vão construir a partir de Sangalhos. Sem oposição declarada a Luís Montenegro, tirando uma ou outra crítica pública, o partido vai reflectir sobre o caminho que tem sido trilhado, juntando ao ataque ao PS (que foi sendo ensaiado durante a semana) o expectável confronto com o Chega. Tudo sob a sombra do omnipresente fantasma de Pedro Passos Coelho e de sondagens que mostram o partido em queda.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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20 de Junho de 2026