O hino nacional do Brasil foi classificado como um dos mais bonitos do mundo e o melhor entre as 48 nações que disputam a Copa do Mundo de 2026, segundo um ranking do The Athletic, departamento de jornalismo esportivo do The New York Times.
A classificação considerou a capacidade de os hinos emocionarem jogadores e fãs, o fato de não serem longos e o alcance junto a audiências de outras nacionalidades. O brasileiro foi descrito como uma "tour de force musical", com muitas palavras cantadas rapidamente sobre coragem e a amada terra natal.
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"O destaque é, sem dúvidas, os 28 segundos da introdução orquestrada", escreveu o The Athletic. A publicação também destacou como frase principal um trecho da quarta estrofe da letra de Joaquim Osório Duque Estrada: "Brasil, um sonho intenso, um raio vívido. De amor e de esperança à terra desce"
Na segunda posição, a publicação americana incluiu a França. Seu hino, La Marseillaise, é classificado como um clássico do gênero e chegou a ser banido. "Marchemos, marchemos, que um sangue impuro regue os sulcos dos nossos campos", foi a frase considerada como a mais importante.













