Entre os argumentos, defesa do artista alegou que ele possui um quadro de saúde grave 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Oruam — Foto: Júlia Aguiar A juíza Tula Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, decidiu manter a prisão preventiva do cantor Oruam. Ele é réu em um processo que investiga um homicídio qualificado e uma tentativa de crime. Apesar da ordem de prisão, o artista segue é considerado foragido há 135 dias. A defesa do acusado havia solicitado sua liberdade alegando que a fase de coleta de depoimentos e provas já foi encerrada e que ele possui um quadro de saúde grave. Segundo os advogados, o rapper sofre de tuberculose pulmonar, com perda severa de peso e necessidade de isolamento para tratamento. Além disso, a defesa argumentou que Oruam é réu primário e já entregou seu passaporte. No entanto, a magistrada acolheu o parecer do Ministério Público e negou o pedido. O principal motivo para a manutenção da prisão é o fato de o acusado ser considerado foragido da justiça. A decisão destaca que o cantor descumpriu repetidamente medidas anteriores, como o uso de tornozeleira eletrônica, o que demonstra a necessidade da prisão para garantir que a lei seja aplicada. Sobre o estado de saúde, a juíza afirmou que os laudos médicos apresentados pela defesa foram feitos por instituições particulares e não são suficientes para revogar a prisão neste momento. Ela determinou que, caso o réu se apresente voluntariamente ou seja capturado, ele deve ser levado imediatamente para o sistema médico hospitalar prisional. Lá, ele passará por uma avaliação clínica de peritos do Estado para confirmar suas condições de saúde e receber o tratamento adequado sob custódia.
Foragido há 135 dias, Oruam tem ordem de prisão mantida pela Justiça do Rio
Entre os argumentos, defesa do artista alegou que ele possui um quadro de saúde grave
Oruam mantem custodia preventiva por homicídio qualificado, foragido há 135 dias; juíza rejeitou apelo em tuberculose pulmonar. Descumprimento repetido de medidas cautelares (tornozeleira eletronica) justificou a manutenção da prisão.









