Exibição temporária durante o Mundial acontece em Manhattan 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Objetos icônicos em exposição — Foto: Editoria de Arte RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 18/06/2026 - 04:12 "Exposição em Nova York Revela Tesouros Raros das Copas do Mundo" O Museu da Fifa em Nova York exibe itens raros das Copas do Mundo como parte da exposição "Legado dos Campeões". Entre os destaques estão anotações de Lionel Scaloni da final de 2022, uma chuteira de 72 anos da Copa de 1954, e o uniforme de treino de Pelé de 1962. A mostra também apresenta objetos icônicos como a bola de 1958 e um pedaço do gramado do Maracanã, celebrando a rica história do torneio. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Turistas, torcedores e torcedores-turistas lotam a praça da Rockfeller Center, complexo empresarial consagrado da região de Manhattan, em Nova York. Mas uma pequena fila de uniformizados mostra que há, por ali, uma atração relacionada à Copa do Mundo: trata-se de uma exposição do Museu da Fifa, uma experiência curta, mas com um acervo surpreendente para os fãs do torneio. Em um espaço pequeno, de dois ambientes, a exposição temporária "Legado dos Campeões" traz todas as camisas do Mundial de 2022 expostas lado a lado e permite aos torcedores tirarem fotos aos lados de reproduções das taças Jules Rimet e da Copa do Mundo. Mas a grande novidade do espaço, em parceria do museu da entidade (que fica em Zurique, na Suíça) com a patrocinadora Hyundai, é a presença de objetos históricos das Copas do Mundo, que ajudam a contar a história do torneio edição por edição. É o caso, por exemplo, de anotações que estavam na prancheta do técnico Lionel Scaloni na final da última Copa do Mundo, entre Argentina e França. O documento mostra o esquema de escanteio defensivo dos argentinos, que terminariam campeões do mundo. Outros itens históricos incluem, por exemplo, uma chuteira de 72 anos, utilizada por um atleta da Hungria, vice-campeã da Copa de 1954. Da seleção brasileira, destaca-se agasalho de treino utilizado por Pelé em sua turbulenta participação no Mundial de 1962. Veja sete (e mais) itens históricos de exposição do Museu da Fifa em Nova York: 1. Bola utilizada em partida há 78 anos e chuteira de 72 anos Bola utilizada em 1958 — Foto: Vitor Seta A chuteira com mais de 70 anos — Foto: Vitor Seta Um dos primeiros itens é a bola utilizada em partida entre França e Iugoslávia, pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1958, na Suécia. O jogo foi vencido pela Iugoslávia por 3 a 2, e teve os dois gols franceses marcados por Just Fontaine, até hoje recordista de gols numa única edição de Mundial (13). Ao lado, há uma placa assinada por Fontaine. Na seção da Copa anterior, de 1954, está em exposição uma chuteira da Copa de 1954. Ela foi utilizada por Zoltán Czibor, atacante da seleção de ouro da Hungria, que acabou perdendo por 3 a 2 para a Alemanha Ocidental. 2. Uniforme de treino de Pelé Uma espécie de agasalho utilizado por Pelé na Copa do Mundo de 1962, na cor verde, também está em exibição. Apesar de ser sua segunda conquista, esse Mundial foi conturbado para o Rei, que se machucou na segunda partida e não entrou mais em campo. Garrincha foi o grande nome da seleção brasileira que conquistou o bicampeonato. O agasalho utilizado por Pelé — Foto: Vitor Seta 3. Cartão amarelo da eliminação da Alemanha Ocidental O cartão amarelo de Córdoba — Foto: Vitor Seta A rivalidade entre Áustria e Alemanha Ocidental viveu um de seus grandes capítulos na Copa do Mundo de 1978: a desgraça ou o milagre de Córdoba (Argentina), a depender do lado que conta a história. A vitória dos austríacos por 3 a 2 sobre a Alemanha Ocidental, ajudou a eliminar os então campeões do torneio na segunda fase de grupos, que valia vaga para a final. O israelense Abraham Klein apitou a partida. 4. O escanteio da Argentina As anotações de Scaloni — Foto: Vitor Seta A exposição tem um literal pedaço da história do épico duelo entre França e Argentina na final da Copa do Mundo de 2022, que terminou com vitória argentina nos pênaltis após empate em 3 a 3 no tempo normal: as anotações do técnico albiceleste, Lionel Scaloni, para o comportamento de sua equipe em escanteios defensivos. É possível ver, por exemplo, que Di María deveria perseguir Mbappé ou Koundé em caso de escanteio curto, enquanto Messi ficaria na sobra. 5. 'Crachá' de Zidane O 'crachá' de Zidane — Foto: Vitor Seta Ícone cult das redes sociais, a credencial da Copa do Mundo de 1998 mostra um Zinédine Zidane de 26 anos. Zidane marcaria duas vezes na vitória dos bleus por 3 a 0 sobre o Brasil, na decisão. Foi o primeiro título da França. 6. Pedaço de grama Maracanã Um bloco grande do gramado do Maracanã está exposto na seção sobre a Copa do Mundo de 2014. Não há informações sobre o momento da retirada, mas o estádio foi palco da final do torneio, entre Alemanha e Argentina, vencida pelos primeiros por 1 a 0. Ao lado, há exposta uma chuteira de Mario Gotze, que marcou o gol da decisão. Um pedaço da grama do Maracanã — Foto: Vitor Seta 7. Reproduções do primeiro cartaz e do esboço da taça da Copa do Mundo As reproduções em exposição de Museu da Fifa — Foto: Vitor Seta Ainda que não sejam os originais, a exposição traz também reproduções do cartaz da primeira Copa do Mundo, no Uruguai, em 1930. Além de esboços do que se tornaria a atual Taça da Copa do Mundo, que substituiu a Jules Rimet a partir da Copa de 1974. Os trabalhos são assinados, respectivamente, por Guillermo Laborde e Silvio Gazzaniga. *O repórter viaja a convite da Betnacional.
De prancheta de Scaloni a chuteira de 72 anos: veja 7 itens raros das Copas em exibição no Museu da Fifa de Nova York
Exibição temporária durante o Mundial acontece em Manhattan








