A Colômbia entrou com a chuteira direita no Mundial 2026, o que significa que materializou o favoritismo com que partiu para o embate da 1.ª jornada do Grupo K - e isso já não é coisa pouca nos tempos que correm. Para se impor ao estreante Uzbequistão (3-1), porém, precisou da melhor versão de Luis Díaz e de uma panóplia de recursos que servem de aviso amarelo a Portugal para os dias que se aproximam.O lance do último golo do jogo, já aos 90+9', ilustra bem o nível de intensidade e de agressividade imposto nos duelos que se travaram no Estádio Azteca. Cucho Hernández discutiu a bola com Urozov junto à linha lateral no meio-campo ofensivo, não aguentou a carga, caiu, levantou-se num piscar de olhos, recuperou a bola perdida, trocou as voltas ao central, cruzou de ângulo apertado para o segundo poste e Campaz cabeceou com êxito. Dois trunfos saídos do banco colombiano.Tal como acontecera em Houston horas antes, foi um jogo essencialmente de sentido único no domínio da iniciativa. Ao contrário do que sucedera no Portugal-Congo, contudo, o vencedor usou um conjunto alargado de chaves até encontrar as que melhor servissem nas diferentes fechaduras preparadas por Fabio Cannavaro.

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