Um grupo de extorsão cibernética afirmou na terça-feira (16) ter roubado mais de 1 terabyte (equivalente a 1 milhão de megabytes) de dados da gigante farmacêutica e disse que está vendendo partes dos dados obtidos na invasão após fracassar na tentativa de extorquir US$ 25 milhões (R$ 126,82 milhões) da empresa.

O FulcrumSec, que surgiu em outubro de 2025, afirmou em uma longa mensagem publicada em seu site que passou mais de dois meses nas redes da Novo Nordisk roubando dados.

O grupo informou que os dados incluíam código-fonte da empresa, informações proprietárias sobre medicamentos lançados e não lançados, dados de ensaios clínicos, dados de funcionários, médicos e pacientes, informações relacionadas às instalações de processamento da empresa e sobre modelos internos de IA.

Um porta-voz da Novo Nordisk afirmou por email que a empresa "está ciente das alegações de que dados supostamente copiados externamente sem autorização de nossos sistemas foram publicados online. Levamos este assunto a sério e mantemos as operações contínuas de nossas principais plataformas. Estamos em contato com as autoridades competentes".

A Reuters não conseguiu verificar imediatamente a autenticidade dos dados publicados pelo grupo hacker.