A logística é uma das engrenagens que sustentam o comércio internacional. Por trás da chegada de produtos importados e do envio de mercadorias brasileiras ao exterior existe uma estrutura que envolve transporte, armazenagem, controle aduaneiro e coordenação operacional. Inserida nesse ambiente, a Ecolog consolidou sua atuação ao longo da última década oferecendo soluções voltadas à movimentação de cargas destinadas ao mercado internacional. Com presença em portos, aeroportos e terminais alfandegados de diversas regiões do país, a empresa atende operações de importação e exportação que exigem integração entre diferentes etapas da cadeia logística. Seu trabalho envolve a conexão entre recintos aduaneiros, centros de distribuição, operadores logísticos e clientes finais, garantindo o fluxo das mercadorias desde a chegada ao Brasil ou sua saída para mercados internacionais. À frente da companhia está Paulo Pena, profissional que acumulou mais de 30 anos de experiência no setor antes de criar seu próprio negócio. Ao longo da carreira, acompanhou de perto as transformações da logística brasileira e participou de operações ligadas ao transporte rodoviário, atividades portuárias e atendimento a empresas que atuam no comércio exterior. "O setor exige conhecimento técnico, capacidade de adaptação e muito comprometimento. Cada operação tem características próprias e precisa ser conduzida com precisão para que toda a cadeia funcione corretamente", afirma. A experiência adquirida ao longo dos anos serviu de base para a criação da Ecolog, fundada com o objetivo de oferecer um atendimento mais próximo e soluções alinhadas às necessidades de importadores e exportadores. Atualmente, a empresa reúne uma equipe de aproximadamente 60 profissionais entre colaboradores diretos e indiretos. Além do transporte rodoviário de contêineres, a companhia atua como Operadora de Transporte Multimodal (OTM), modalidade que permite coordenar diferentes meios de transporte dentro de uma mesma operação logística. Essa atuação amplia a capacidade de atendimento e oferece maior flexibilidade para clientes que precisam movimentar cargas em trajetos complexos. Outro diferencial da empresa é a autorização para operar cargas sob Declaração de Trânsito Aduaneiro (DTA), regime utilizado para a transferência de mercadorias entre recintos alfandegados antes da nacionalização. A habilitação é concedida apenas a empresas que atendem requisitos específicos relacionados à regularidade fiscal, operacional e de segurança. Segundo Paulo Pena, a evolução tecnológica trouxe ganhos importantes para o setor, permitindo maior controle das operações e mais visibilidade sobre o transporte das cargas. Ainda assim, ele acredita que fatores como confiança, transparência e relacionamento continuam sendo determinantes para o sucesso das empresas de logística. "A tecnologia ajuda a tornar os processos mais eficientes, mas o mercado continua valorizando empresas que cumprem prazos, entregam resultados e constroem relações duradouras com seus clientes", destaca. Com atuação nacional e foco no comércio exterior, a Ecolog segue investindo na ampliação de suas operações e no fortalecimento de sua estrutura operacional. A empresa acompanha o crescimento das demandas logísticas ligadas às importações e exportações brasileiras, buscando oferecer soluções capazes de atender um mercado cada vez mais dinâmico e integrado.
Após três décadas na logística, empresário transforma conhecimento operacional em empresa com atuação nacional
Paulo Pena fundou a Ecolog depois de acumular experiência em transporte, operações portuárias e comércio exterior







