Concessionária afirma que realizou reparo em vazamento de tubulação de esgoto de pequeno porte; Defesa Civil monitora área por risco de novos deslizamentos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Deslizamento de terra na Rocinha, Zona Sul do Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/06/2026 - 08:35 Deslizamento na Rocinha interdita vias e aciona alertas de risco geológico Deslizamento na Rocinha causa interdições na Estrada da Gávea, com a Defesa Civil monitorando riscos de novos incidentes. A Águas do Rio refutou rompimento de adutora, afirmando ter reparado um vazamento em tubulação de esgoto. Choveu 189,4 mm em 24h, acionando sirenes por alto risco geológico. Comlurb removeu 70 toneladas de terra. A situação permanece crítica, com monitoramento contínuo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um deslizamento de terra que atingiu a Rocinha, na Estrada da Gávea, na tarde da segunda-feira, segue com interdições na estrada e equipes trabalhando no local. De acordo com a Comlurb, já foram mais de 70 toneladas de terra retiradas entre ontem e hoje. Não houve feridos e equipes do município atuam para liberar a via na altura do Portão Vermelho. Nesta terça-feira, a Águas do Rio voltou a se manifestar sobre o caso. Ontem, a concessionária havia negado a versão da Prefeitura de que o deslizamento ocorreu após o rompimento de uma adutora. Hoje, a empresa informou que realizou o reparo do que teria sido um vazamento em uma tubulação de esgoto de pequeno porte, e não um rompimento de adutora, ocasionado pela sobrecarga provocada pelo grande volume de água de chuva registrado na Rocinha na noite de segunda-feira. A concessionária também informou que, na manhã desta terça-feira, equipes retornariam ao local para uma nova avaliação. "A empresa reforça que não houve rompimento de adutora ou de redes de abastecimento de água e segue apoiando a Prefeitura no atendimento à ocorrência", informou a Águas do Rio em nota. De acordo com a Defesa Civil Municipal, às 07h17 desta terça-feira, as sete sirenes da Rocinha foram acionadas, em função do alto risco geológico, após os pluviômetros registrarem um acumulado de 189,4 milímetros de chuva em 24 horas. Durante entrevista ao Bom Dia Rio, da TV Globo, o coronel Rodrigo Gonçalves, da Defesa Civil Estadual, afirmou que a área segue sob monitoramento devido ao risco de novos deslizamentos. Segundo ele, equipes acompanham a situação desde a segunda-feira por causa do vazamento que atingiu a encosta. O coronel explicou que ainda existe risco potencial de movimentação de terra, especialmente porque o local continuava apresentando vazamento de água. "Ainda tem um risco potencial de algum deslizamento. Está acontecendo muito vazamento de água ainda. Enquanto a Águas do Rio não monitorar, não fechar esse vazamento, a gente vai permanecer aqui no local fazendo esse monitoramento", disse Gonçalves. Chuvas causam deslizamento na Rocinha, no Rio de Janeiro 1 de 7 Deslizamento de terra atinge comunidade da Rocinha após forte chuva no Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 2 de 7 Deslizamento de terra atinge comunidade da Rocinha após forte chuva no Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo X de 7 Publicidade 7 fotos 3 de 7 Deslizamento de terra atinge comunidade da Rocinha após forte chuva no Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 4 de 7 Deslizamento de terra atinge comunidade da Rocinha após forte chuva no Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo X de 7 Publicidade 5 de 7 Deslizamento de terra atinge comunidade da Rocinha após forte chuva no Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 6 de 7 Deslizamento de terra na Rocinha, Zona Sul do Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo X de 7 Publicidade 7 de 7 Deslizamento de terra atinge comunidade da Rocinha após forte chuva no Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Estrada da Gávea precisou ser interditada nesta terça-feira (16) Deslizamento de terra na Rocinha, Zona Sul do Rio — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Ao comentar as medidas adotadas para evitar que o deslizamento atinja residências próximas à Estrada da Gávea, o coronel destacou que o trecho afetado fica em uma área residencial da comunidade e que o município mantém sistemas de alerta preparados para eventual necessidade de evacuação. "A gente está num momento de muita chuva na cidade, são mais de 180 milímetros em 24 horas. Estamos com o nosso sistema de alerta por sirenes no limite. Se for necessário, nós acionaremos as sirenes para as pessoas saírem de suas casas, se deslocarem para locais seguros", afirmou. A Comlurb removeu, aproximadamente, 70 toneladas de terra, com o apoio de 15 caminhões, três pás carregadeiras e 50 garis. A Rioluz instalou pedestais e projetores adicionais para reforçar a iluminação no local e ampliar a visibilidade da área e para as equipes. A Fundação Geo-Rio fará o levantamento dos serviços necessários para iniciar uma obra de contenção, com implantação de sistema de drenagem. O Cemaden-RJ mantém risco hidrológico alto para o município do Rio de Janeiro e risco hidrológico moderado para a Região Metropolitana e a região Sul I do estado. Já em relação aos deslizamentos de terra, a capital fluminense permanece com risco alto devido aos acumulados de chuva registrados nas últimas 24 horas. Além da cidade do Rio, o Cemaden-RJ aponta risco moderado de deslizamentos nos municípios de: ResendeQuatisPorto RealValençaNiteróiCachoeiras de MacacuSaquaremaAraruamaIguaba GrandeArraial do CaboCabo FrioSão Pedro da Aldeia Quedas de árvore também foram registradas na manhã desta terça-feira, como a que aconteceu na Avenida Visconde de Albuquerque, na altura da Rua Mário Ribeiro, no Leblon, Zona Sul do Rio. Já na Zona Sudoeste, também foram registradas quedas de árvore na Avenida Prefeito Dulcidio Cardoso, na Barra da Tijuca, e na Estrada dos Bandeirantes, no Camorim. Equipes da Comlurb foram acionadas para os três endereços.
Deslizamento na Rocinha mantém interdições na Estrada da Gávea; Águas do Rio diz que não houve rompimento de adutora
Concessionária afirma que realizou reparo em vazamento de tubulação de esgoto de pequeno porte; Defesa Civil monitora área por risco de novos deslizamentos






