O arremesso do buquê já foi uma tradição onipresente em casamentos: a noiva joga suas flores em direção a um grupo de mulheres solteiras e quem o pegar supostamente será a próxima a se casar. Mas algumas noivas não estão apenas repensando esse ritual. Elas estão ficando com o buquê de vez.
Lauren Wallace, 28, dona de um negócio de preservação floral chamado Maed by Mini em Syracuse, Nova York, EUA, entende bem disso. Ela conta que, em 2023, já tinha clientes suficientes para se dedicar em tempo integral, e este ano agendou mais de 120 preservações de buquês de noiva. Quanto ao seu próprio casamento em outubro passado, "nem considerei fazer o arremesso do buquê".
Seu trabalho é influenciado pelas pinturas a óleo de buquês dos mestres flamengos do século 17. Para preservar o buquê, as flores são processadas em gel de sílica por cerca de um mês para secar, antes de serem colocadas em um recipiente de madeira personalizado. Em seguida, múltiplas camadas de resina são despejadas sobre as flores para criar profundidade e clareza, antes do lixamento, aplicação de uma camada final de resina e acabamento da madeira.
"Não há muita coisa que você pode levar do dia do seu casamento, mas isso pode ser transformado em algo novo", diz Wallace. O preço inicial é de US$ 1.000 (R$ 5.085), e ela pode usar os restos de flores em porta-copos, brincos e pingentes por um custo adicional.
















