Carlo Ancelotti reconheceu ao fim do empate por 1 a 1 com Marrocos, no sábado (13), pela primeira rodada da Copa do Mundo, a possibilidade de mudanças na escalação do Brasil. Dadas as dificuldades apresentadas em East Rutherford e a melhora com as substituições realizadas na etapa final, parece mesmo inevitável que haja alterações na formação inicial na sequência do torneio.
"Eu tenho que aproveitar o elenco, não fixar uma escalação. Os jogadores que entraram fizeram uma boa partida", afirmou o treinador. Ele apontou "problemas sobretudo na primeira parte", citando especificamente as bolas perdidas em áreas perigosas e disse que o time "pode mudar dependendo da característica do rival".
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O próximo adversário será o Haiti, 84º colocado no ranking da Fifa (Federação Internacional de Futebol), derrotado por 1 a 0 pela Escócia na primeira rodada. Existe a expectativa de que a equipe brasileira tenha na sexta-feira (19), na Filadélfia, ao menos duas mexidas em relação à utilizada no primeiro tempo da estreia.
Uma mudança quase certa é na lateral direita. Diante de Marrocos, a posição foi ocupada pelo zagueiro Ibañez. Com a bola, como se esperava, ele teve participação limitada. Mas o defensor foi mal também naquela que é sua especialidade, a marcação, com ampla desvantagem nos duelos com o ponta El Khannouss.













