O líder da organização criminosa Tren de Aragua, Niño Guerrero, foragido da Justiça e supostamente morto em uma operação americana na Venezuela anunciada na sexta-feira (12), construiu seu poder dentro de uma prisão venezuelana, de onde expandiu sua influência para vários países.
Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, morreu aos 42 anos no sul da Venezuela, informaram o presidente Donald Trump e autoridades venezuelanas.
Nascido na cidade de Maracay, a cerca de 100 km de Caracas, era apenas um adolescente que não havia concluído o ensino médio quando iniciou suas atividades criminosas. Em 2010, já respondia por roubos, assassinatos e sequestros. Foi então preso na penitenciária de Tocorón, no estado de Aragua, de onde fugiu, mas dois anos depois foi recapturado.
A partir de então, começou a construir o Tren de Aragua, que se tornaria um dos grupos criminosos mais poderosos da América Latina. Em 2025, o governo Trump a classificou de "organização terrorista".
Era "um sujeito de grande inteligência criminosa", disse à agência de notícias AFP Luis Izquiel, advogado e professor de criminologia da Universidade Central da Venezuela.










