Nicolas Galanos está no Metlife para a estreia da seleção contra o Marrocos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Nikolas, ao centro, com seus familiares para a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 — Foto: Rafael Oliveira RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/06/2026 - 18:59 Brasileiro de 90 anos assiste sua 15ª Copa do Mundo nos EUA Nicolas Galanos, um brasileiro de 90 anos, marca presença em sua 15ª Copa do Mundo, agora nos EUA, para assistir ao jogo Brasil x Marrocos no Metlife Stadium, em Nova Jersey. Nascido na Grécia e residente no Brasil desde os anos 1950, Galanos é um apaixonado por futebol, tendo testemunhado de perto o tricampeonato de 1970 e outros momentos históricos da seleção. Esta viagem, ao lado da família, será sua última, e ele reflete sobre suas experiências em edições passadas, destacando 1994 como a mais especial. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Copa do Mundo mobilizou os brasileiros ao redor do planeta para torcer pela seleção em busca do hexacampeonato. De Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, Nicolas Galanos, de 90 anos, foi aos Estados Unidos para acompanhar sua 15ª edição ao lado da esposa, nora e neto, e está no Metlife Stadium, em Nova Jersey, para Brasil x Marrocos, que começa às 19h (de Brasília). Nascido na Grécia, foi para o Brasil na década de 1950, com cerca de 20 anos e desde então mora na cidade gaúcha. Estabelecido em solo brasileiro e apaixonado por futebol, em 1970 foi assistir in loco seu primeiro Mundial, vendo de perto do tricampeonato da seleção. A partir daí, passou a viajar para todas as edições, somando também quatro Olimpíadas de bagagem. Testemunha das campanhas do tri, tetra e pentacampeonato da seleção, Nicolas orgulha-se de ter visto tudo de perto, mas revelou que esta será a última viagem. Nos acessos do estádio antes da bola rolar para a estreia da seleção brasileira, comparou as edições de 1994, 2022 e a atual. - Entre os times que conheço, nosso time é bom, estou satisfeito. A Copa mais especial que fui foi a de 1994, mas a do Catar foi a mais organizada. Aqui é um absurdo, pagar 100 dólares e ainda esperar duas horas para pegar o trem. - afirmou.