Athos Salomé usou a matemática da cabala para chegar aos resultados finais do Mundial 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 'Nostradamus brasileiro' indica Brasil na final; jejum de 24 anos sem Copas deve aumentar no entanto — Foto: Divulgação/Pexels RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 12:54 Athos Salomé prevê final da Copa com Brasil e favoritismo da Espanha O paranormal brasileiro Athos Salomé, apelidado de "Nostradamus vivo", prevê que o Brasil tem boas chances de chegar à final da Copa do Mundo, mas aponta a Espanha como favorita para vencer o torneio. Utilizando a matemática da cabala, Athos destaca que Holanda e Marrocos podem surpreender. Ele também prevê tensões políticas durante o evento, com possíveis protestos contra Donald Trump, mas sem afetar o andamento do Mundial. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Quem vai ganhar a Copa do Mundo? O Mundial mal começou, mas todo mundo — até quem não gosta tanto de futebol — tenta adivinhar a equipe vencedora de uma das maiores competições do planeta. Seja no bolão da empresa ou numa mesa de bar, acertar o campeão ajuda a tirar aquela onda com os amigos e colegas de trabalho. O paranormal mineiro Athos Salomé, conhecido como "Nostradamus vivo", não se arrisca em previsões sem fundamento. Segundo ele, a matemática da cabala ajuda a entender as tendências do futuro e até quem pode chegar à final da Copa do Mundo. — O Brasil tem grandes possibilidades de chegar à final da Copa do Mundo — diz Athos em entrevista exclusiva ao GLOBO. Apesar de afirmar que a seleção brasileira tem grandes problemas com o ego — característica que pode atrapalhar a equipe ao longo do torneio —, a seleção pentacampeã mundial poderá voltar a uma final após 24 anos. Título já é outra história. Athos confirma que a matemática da cabala indica uma ótima campanha da seleção brasileira, mas isso não significa o fim do jejum que perdura desde 2002 e já iguala o maior período sem conquistas da amarelinha, entre 1970 e 1994. — A grande favorita do torneio é a Espanha — afirma o paranormal. Liderada pelo jovem Lamine Yamal, a Fúria busca o bi mundial 16 anos após a primeira conquista, que aconteceu na Copa de 2010, na África do Sul. A matemática da cabala também indica que Holanda e Marrocos podem ser surpresas neste Mundial, diz Athos. A Holanda repetiu as melhores campanhas de 1974 e 1978 há 16 anos, na Copa da África do Sul. Após 2010, a seleção holandesa foi a terceira colocada no Brasil, em 2014, nem foi para a Copa de 2018 e caiu nas quartas de final em 2022. A melhor campanha da seleção Marroquina está fresca na cabeça dos apaixonados por Copas do Mundo. A seleção chegou à semifinal no Catar após bater a Croácia na fase de grupos, atual vice-campeã à época, Espanha nas oitavas de final e Portugal nas quartas. A França, que seria derrotada pela Argentina na final, foi a responsável por despachar a seleção africana do torneio. Os marroquinos, inclusive, chegam à competição nos Estados Unidos com moral, porque são os atuais campeões da Copa Africana de Nações. Irã na Copa do Mundo Athos Salomé também indica que a relação entre Irã e Estados Unidos será a mais complicada do torneio. Segundo o paranormal, o presidente Donald Trump vai manter uma postura mais neutra, indicando certa "segurança" e sem "hostilidade esportiva", mas na realidade, torcedores e jogadores iranianos podem ser considerados "perigosos" no país — uma questão de segurança nacional — afirma Athos. Antes do início do torneio, a tensão entre os dois países já afetou diretamente a delegação iraniana. Inicialmente, a seleção planejava se hospedar no estado do Arizona, nos Estados Unidos, já que os seus três jogos da fase de grupos serão disputados no país. A equipe, no entanto, mudou a programação e irá se hospedar no México, realizando viagens bate-volta nos dias em que for entrar em campo. A decisão do setor de imigração americano foi imposta através de restrições nos vistos dos jogadores iranianos; outra mudança forçada pelo clima bélico com o governo Trump. Manifestações e atrasos — A Copa do Mundo é onde imigração, guerra, trabalho, Palestina/Irã, nacionalismo e mídia convergem: a faísca perfeita para protestos — comenta Athos. Segundo ele, há forte tendência de protestos contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao longo do torneio. O ICE e sistemas de fiscalização americanos podem produzir "medo, atrasos, detenções arbitrárias ou casos simbólicos", mas nada será capaz de paralisar o torneio. — O Mundial não deve "cair" por essa razão, mas será narrativamente tomado por três fantasmas: ICE nos portões invisíveis, Irã como adversário geopolítico e Trump como o maior personagem de risco — conclui o paranormal.