Ataque 'rápido e letal' das forças militares dos EUA contra Héctor Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, 'foi coordenado de perto' com a Venezuela 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente dos EUA, Donald Trump, com os olhos fechados durante reunião de Gabinete — Foto: Doug Mills/The New York Times RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 22:51 EUA e Venezuela atacam líder da gangue Tren de Aragua, diz Trump Donald Trump anunciou um ataque mortal dos EUA contra Héctor Guerrero Flores, líder da gangue Tren de Aragua, em cooperação com a Venezuela. Fundada em 2014, a gangue é conhecida por sua atuação dentro e fora das prisões venezuelanas, envolvendo-se em crimes como tráfico de drogas e extorsão. A presença do grupo nos EUA preocupa autoridades, especialmente em Nova York, onde realizam roubos e distribuem drogas sintéticas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na noite desta sexta-feira que os Estados Unidos realizaram um ataque mortal contra o líder do Tren de Aragua, uma gangue transnacional fundada na Venezuela. O ataque "rápido e letal" das forças militares dos EUA contra Héctor Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, "foi coordenado de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social. O governo Trump tem repetidamente descrito o Tren de Aragua como um dos focos de suas políticas de deportação, indicando que os membros da organização infiltraram-se ilegalmente no país e "estão conduzindo uma guerra irregular e realizando ações hostis". O Tren de Aragua nasceu em 2014, dentro da prisão de Tocorón, no estado de Aragua. Sob a liderança de Flores, Tocorón tornou-se uma das prisões mais notórias da Venezuela. A liberdade dos criminosos no local e os lucros obtidos com suas atividades permitiram a construção de uma piscina, restaurante, boate e até um zoológico dentro da prisão. Condenado a 17 anos por múltiplos homicídios, tráfico de drogas e outros crimes, Flores é um indivíduo conhecido pela polícia venezuelana há anos. No começo dos anos 2000, já era conhecido por atacar policiais, havendo registro de ao menos um homicídio em 2005. Ele passou pela prisão algumas vezes, em 2010 e 2013, antes de ser preso pela última vez em 2018, já como líder do Tren de Aragua. Foi nas passagens pelo sistema prisional que transformou a cadeia de Tocorón na central de operações de sua organização criminosa. Apesar de encarcerado, Guerrero continuava a chefiar o grupo mafioso que atua em uma vasta gama de crimes, como sequestro, roubo, tráfico de drogas, prostituição e extorsão, além de assassinatos por encomenda. Em 2022, autoridades colombianas acusaram o grupo de pelo menos 23 assassinatos depois que a polícia começou a encontrar partes de corpos em sacos plásticos. Integrantes do grupo também foram presos no Chile e no Brasil, onde a gangue se aliou ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Relatórios obtidos pelo GLOBO mostram que a facção assumiu o controle de bocas de fumo em pelo menos cinco bairros de Roraima, além de Manaus e cidades fronteiriças no Amazonas. Presença nos EUA Nos Estados Unidos, embora muitos detalhes sobre o tamanho e a sofisticação do grupo ainda sejam desconhecidos, a gangue passou a ser uma preocupação real para as autoridades nos últimos anos. Em Nova York, o grupo tem se concentrado no roubo de celulares, furtos no varejo e assaltos. A gangue ainda está envolvida na distribuição de uma droga sintética rosa em pó, conhecida como Tusi, frequentemente misturada com cetamina, MDMA ou fentanil. As autoridades também acreditam que o grupo recruta membros dentro dos abrigos para migrantes da cidade e que, em diferentes momentos, entrou em conflito ou formou alianças com outras gangues. Em outras partes do país, pessoas acusadas de ligação com o Tren de Aragua foram indiciadas por crimes como tiroteios e tráfico de pessoas, geralmente tendo como alvo membros da comunidade venezuelana.
Trump afirma que líder da gangue venezuelana Tren de Aragua morreu em ataque dos EUA
Ataque 'rápido e letal' das forças militares dos EUA contra Héctor Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, 'foi coordenado de perto' com a Venezuela











