Seleção africana é a primeira adversária do Brasil na Copa do Mundo; lateral do PSG enfrenta acusação sobre caso que teria ocorrido em 2023 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Achraf Hakimi na Copa Africana de Nações — Foto: Paul ELLIS / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 15:36 Achraf Hakimi Enfrenta Julgamento por Estupro Antes de Copa do Mundo O lateral Achraf Hakimi, estrela da seleção do Marrocos e jogador do PSG, enfrenta um julgamento por suposto estupro, ocorrido em 2023. A decisão do tribunal, aguardada até 19 de junho, poderá impactar sua participação na Copa do Mundo, onde o Marrocos estreia contra o Brasil. Hakimi nega as acusações, enquanto seu advogado critica a falta de provas concretas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Principal destaque da seleção do Marrocos, o lateral Achraf Hakimi, que joga no Paris Saint-Germain, enfrenta um processo por um suposto estupro e tenta obter a rejeição do caso pelo tribunal, informou uma fonte próxima ao caso à agência de notícias AFP. O jogador deve enfrentar o Brasil na estreia da Copa do Mundo, neste sábado. Enquanto isso, uma importante decisão judicial pode estar sendo tomada para afetar o jogador. Segundo a mesma fonte ouvida pela agência, a decisão do tribunal será divulgada até 19 de junho, o que significa que o jogador marroquino tomará conhecimento da decisão durante a Copa do Mundo e ainda na fase de grupos. Uma audiência no Tribunal de Apelação de Versalles, oeste de Paris, examinará o caso do jogador marroquino de 27 anos, que deve ser julgado por um suposto estupro. Se o recurso for rejeitado e as acusações não forem reclassificadas como outro crime, o jogador será julgado em uma data que ainda será determinada. Em fevereiro de 2023, uma mulher de 24 anos denunciou para a polícia que Hakimi a havia estuprado. O jogador foi formalmente acusado, colocado sob controle judicial e, finalmente, enviado a julgamento em fevereiro. Hakimi nega qualquer crime. Endrick em duelo com Hakimi no confronto entre PSG e Lyon — Foto: Franck Fife/AFP Procurada pela AFP, a advogada do jogador, Fanny Colin, se recusou a fazer comentários. Durante uma das audiências, Colin alegou que "a acusação se baseia unicamente na palavra de uma mulher que atrapalhou todas as investigações, se recusou a se submeter a qualquer exame médico e teste de DNA, e se negou a fornecer o nome de testemunhas-chave". A denunciante declarou que conheceu Hakimi em janeiro de 2023 pelo Instagram e que foi à casa dele em um taxi solicitado pelo jogador, segundo então uma fonte policial. Ela afirmou que o jogador a beijou, a tocou sem o seu consentimento e depois a estuprou. Segundo a versão dela, depois ela conseguiu enviar uma mensagem de texto para uma amiga, que foi buscá-la.