Relato da criança à mãe, imagens de segurança, exame pericial e suspensão de associado estão entre os elementos apurados pela Polícia Civil de São Paulo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Entrada principal da Sociedade Esportiva Palmeiras com portão branco de grades fechado e portão lateral verde aberto. Placa com nome do clube em verde acima da entrada. Vegetação e palmeiras ao fundo. Sede social do Palmeiras, na região de Perdizes, zona oeste de São Paulo — Foto: Reprodução/Google Street View RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 06:47 Abuso sexual de menina de 4 anos no Palmeiras é investigado pela polícia A Polícia Civil de São Paulo investiga um caso de abuso sexual de uma menina de 4 anos no clube social do Palmeiras. O incidente, ocorrido em 10 de outubro, envolve um associado de 74 anos, suspenso pelo clube. A mãe da criança relatou o ocorrido às autoridades, que analisam imagens de segurança e realizaram exame pericial. O clube está colaborando com as investigações e prestou apoio à família. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Civil de São Paulo investiga a denúncia de abuso sexual contra uma menina de 4 anos dentro do clube social do Palmeiras, em Perdizes, na Zona Oeste da capital. O caso ocorreu na tarde desta quarta-feira (10) e foi registrado como estupro de vulnerável. Até o momento, um associado de 74 anos apontado como suspeito foi suspenso pelo clube, enquanto as autoridades realizam diligências para localizá-lo. Segundo o boletim de ocorrência, a mãe da criança acompanhava os filhos nas dependências do clube quando perdeu a menina de vista por alguns minutos. Pouco depois, a criança reapareceu vindo da direção do banheiro masculino e afirmou que havia estado na cozinha. A mulher estranhou o comportamento da filha ao ouvir que aquilo seria um “segredo” e, ao conversar novamente com a menina em um local reservado, recebeu o relato: "o vovô colocou a mão lá". A mãe informou à polícia que o homem apontado como suspeito é frequentador antigo do clube e era conhecido por acompanhar o neto em atividades esportivas. Segundo seu depoimento, ele costumava se aproximar da criança e, naquele dia, permaneceu perto dela oferecendo pipoca. Já em casa, durante o banho, a mulher relatou ter percebido a presença de secreção na região íntima da menina, o que a levou a acionar familiares e procurar a polícia. Imagens, perícia e investigação De acordo com o boletim de ocorrência, funcionários da segurança do Palmeiras informaram à família que imagens do sistema de monitoramento mostram a menina entrando no banheiro masculino do clube e permanecendo no local por cerca de 15 segundos. Uma câmera de segurança registrou a entrada da criança no ambiente na tarde de quarta-feira. O material foi separado e encaminhado à Polícia Civil para análise. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a mãe prestou depoimento inicialmente na 4ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e que o caso foi encaminhado à 3ª DDM, responsável pela área onde os fatos ocorreram. A criança foi submetida a exame de corpo de delito e recebeu atendimento especializado. Em nota, a SSP afirmou que diligências seguem em andamento para localizar o suspeito. O Palmeiras informou que foi procurado pela mãe da criança ainda na noite de quarta-feira, prestou atendimento médico à menina e disponibilizou um advogado para acompanhar a família até a Delegacia de Defesa da Mulher. O clube afirmou ter iniciado uma apuração interna e enviado todas as imagens disponíveis à polícia. Segundo a instituição, a presidente Leila Pereira determinou a suspensão imediata do associado citado na denúncia. Em nota, o Palmeiras declarou que repudia qualquer forma de abuso e violência e que colaborará com as investigações para o esclarecimento dos fatos. Em nota, a defesa do suspeito negou os fatos que lhe foram atribuídas e disse que ele "comprovará sua inocência". "Através de seus advogados, ele já solicitou acesso integral a todo e qualquer procedimento instaurado em seu desfavor para que possa apresentar seus esclarecimentos e comprovar que não praticou qualquer conduta abominável como lhe imputaram, demonstrando a verdade quanto sua inocência. A defesa esclarece que o procedimento investigatório é de caráter extremamente sigiloso e todos e quaisquer vazamento de dados pessoais do associado enfrentarão as medidas judiciais cabíveis à espécie, devendo ser preservada e respeitada a privacidade e intimidade do associado e seus familiares", afirmou.
Tudo o que se sabe sobre a suspeita de estupro de menina de 4 anos na sede social do Palmeiras
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