Raphinha tem consciência de que é mais querido pelos torcedores do Barcelona do que por boa parte da torcida da seleção brasileira. O atacante de 29 anos, que atuou apenas nas categorias de base do Avaí antes de deixar o Brasil e teve uma atuação ruim na Copa do Mundo de 2022, ainda busca a afeição geral do público em seu país.
"Para ser sincero, sinto que realmente é diferente o carinho do torcedor brasileiro do que o do pessoal de fora que me acompanha diariamente. Mas eu acredito que, se tenho que me provar, é para mim, meus pais, minha esposa. Infelizmente, tem gente não gosta do meu futebol, tem gente que gosta. E está tudo bem", afirmou.
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Segundo ele, o fato de não ter uma ligação mais forte com algum clube brasileiro atrapalha na construção de uma relação mais profunda com a torcida. Mas, claro, a competição que se apresenta é uma oportunidade para que esse cenário mude. A seleção fará a sua estreia no Mundial de 2026 no próximo sábado (13).
"Eu já consegui entregar, sim, muita coisa pela seleção. Obviamente, não posso ser hipócrita e falar que foi igual ao que acontece no clube. A partir do momento em que você né cobrado pelo que está sendo feito no clube, é porque é capaz de fazer na seleção também. A gente é muito consciente de que pode chegar mais perto do que apresenta nos clubes", disse.













