A construtora responsável pela obra da ponte que desabou em Sena Madureira (AC) atribuiu o colapso a um processo de erosão associado ao fenômeno conhecido como "terras caídas", caracterizado pela movimentação de grandes massas de solo às margens de rios.
A ponte Frei Paolino Baldassari desabou no início da noite de sexta-feira (5), um dia depois de ter sido interditada. Quatro pessoas ficaram feridas.
Em nota divulgada na noite de domingo (7), dois dias após o incidente, a Construtora Cidade defendeu a regularidade da obra, afirmando que a construção da ponte seguiu as normas técnicas, sem registro anterior de anomalias que indicassem risco.
Disse ainda que análises preliminares apontaram sinais de instabilidade no solo. Uma semana antes do incidente, apontou a empresa, equipes técnicas identificaram rachaduras, deslocamentos de solo e desníveis no entorno da ponte.
Os levantamentos de campo apontaram "movimentações significativas" de terreno em uma área de aproximadamente 16 mil m² que abrange a ponte e regiões do seu entorno.










