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Para um cinema deixar de o ser, passa a ser preciso ouvir sete entidades e não apenas duas – o Ministério da Cultura e a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) –, embora os pareceres dos novos interlocutores não sejam vinculativos, como se fixa na portaria publicada esta sexta-feira em Diário da República. Este é um dos passos que faltavam para a prometida intervenção do Estado na crise da exibição cinematográfica, que fez com que num ano, entre 2025 e início de 2026, o país perdesse 112 ecrãs e que neste momento existam cinco capitais de distrito ou distritos sem exibição comercial regular de cinema.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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05 de Junho de 2026