Os Estados Unidos impuseram nesta quinta-feira (4) sanções econômicas ao líder cubano, Miguel Díaz-Canel, 66, à sua mulher e a membros da família Castro, informou o Departamento do Tesouro americano, em meio à pressão exercida sobre a ilha.
A medida também atinge quatro outras pessoas e cinco entidades, entre elas o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba. Entre os sancionados estão Alejandro Castro Espín, filho de Raúl Castro; o neto Raúl Alejandro Castro; e o enteado do presidente, Manuel Anido Cuesta.
Díaz-Canel já havia sido sancionado em julho do ano passado em razão da repressão aos protestos populares de 2021. O regime cubano não respondeu a pedidos de comentário da agência Reuters.
Ao anunciar as medidas, o presidente Donald Trump afirmou querer que Cuba seja "um país bem administrado". No mês passado, Washington já havia sancionado 11 autoridades cubanas, incluindo o ministro das Comunicações, líderes militares e a principal agência de inteligência do país.
As sanções fazem parte de uma ofensiva mais ampla de Washington contra Havana. Os EUA mantêm um embargo contra a ilha comunista desde 1962 e, sob o segundo mandato de Donald Trump, o cerco tem se intensificado.










