PUBLICIDADE Grande mérito do filme dirigido por Travis Knight é justamente manter aquela doideira oitentista e vez ou outra zombar dela, diz crítico; Bonequinho dorme Nicholas Galitzine interpreta He-Man em nova adaptação — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 03/06/2026 - 17:07 "Mestres do Universo": He-Man retorna com estética oitentista e sátira moderna O novo "Mestres do Universo", dirigido por Travis Knight, adapta o clássico He-Man, mantendo o espírito oitentista do desenho, para o bem e para o mal. Com um visual kitsch, o filme diverte ao satirizar a estética da época. A trama traz o príncipe Adam, interpretado por Nicholas Galitzine, transportado da fantasia de Eternia para a Terra, enfrentando o vilão Esqueleto, vivido por Jared Leto. Contudo, a crítica questiona se a narrativa se sustenta em mais de duas horas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Depois da moça linda, magra e loira, que tentava enfrentar nos cinemas os estereótipos femininos que ela própria ajudou a criar quando era apenas uma boneca, chega a vez do rapaz lindo, sarado e, claro, também loiro. Assim como o incensado “Barbie” (2023), o novo filme “Mestres do Universo” é produzido pela empresa americana Mattel, mais uma vez com uma história adaptada de uma linha de brinquedos de muito sucesso. Agora, o novo protagonista é um príncipe que, na década de 1980, usava o penteado “noviço de mosteiro” e vestia uma camisa rosa aberta até a fivela do cinto. Ele parecia totalmente indefeso, à mercê dos vilões. Mas bastava gritar “Eu tenho a força” com uma espada comprida na mão, que aquele garoto se transformava no poderoso He-Man — em inglês, algo como “Homem Macho”. Tudo isso com um baita visual kitsch, era demais! Então o grande mérito do filme dirigido por Travis Knight é justamente manter aquela doideira oitentista e vez ou outra zombar dela. A brincadeira aparece logo no começo, repetindo o recurso de “viajar para o mundo real” já presente na primeira adaptação para o cinema, de 1987. Na nova versão, o príncipe Adam (vivido por Nicholas Galitzine) é enviado da fantasiosa Eternia para a Terra, a fim de se esconder do antagonista Esqueleto (Jared Leto). Tempos depois, seus conterrâneos viajam atrás dele, e todos acabam voltando para casa para uma clássica trama de o “bem vence o mal, espanta o temporal” (frase que virou hit no Brasil pela dublagem do antigo desenho animado). Mas acontece que aquelas animações dos anos 80 tinham 20 minutos. Este “Mestres do Universo” tem mais de duas horas. Será que vale tanto tempo a mesma piada? Cotação: Bonequinho dorme.
'Mestres do Universo': novo filme de He-Man diverte com nostalgia, mas se perde na piada
Grande mérito do filme dirigido por Travis Knight é justamente manter aquela doideira oitentista e vez ou outra zombar dela, diz crítico; Bonequinho dorme













