Restaurantes, bares e lojas de Buenos Aires estão caros para turistas de países com moedas mais fracas em relação ao dólar, como os do Brasil. Mas a capital argentina oferece uma rede barata de transporte público que ajuda a equilibrar os gastos da viagem.

O encarecimento de serviços e produtos pode ser visto em endereços como o Somma Bar, em Palermo. Um dos drinques mais baratos do menu, a gim tônica, está custando 18 mil pesos argentinos, o que equivale a R$ 60 na cotação atual da moeda. No mesmo lugar, o ojo de bife com batata frita sai por 38 mil (R$ 130).

Buenos Aires encanta à primeira vista com abundância de lazer

Na cafeteria Oli, no mesmo bairro, um café coado está R$ 18, e o hambúrguer com batatas fritas, R$ 130. Alto até para cidades como São Paulo, o padrão se repete em outros estabelecimentos.

Ter de gastar mais na Argentina não é algo exclusivo para brasileiros, mas reflexo de que o país vizinho ficou mais caro em dólares, explica Carla Beni, economista e professora da Fundação Getulio Vargas (FGV).