De influenciadoras digitais a empresárias, mulheres que ganharam fama durante Copas do Mundo seguiram caminhos distintos após os holofotes; algumas se reinventaram, enquanto outras enfrentaram tragédias Musas da Copa Ivana Knoll, Estela Pereira e Larissa Riquelme — Foto: Reprodução | Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/06/2026 - 12:47 Musas das Copas: Caminhos Diversos Após o Auge da Fama Mulheres que se tornaram musas durante Copas do Mundo traçaram diferentes caminhos após a fama. Larissa Riquelme, da Copa de 2010, segue como influenciadora e jornalista. Ivana Knoll, do Mundial de 2022, ampliou sua presença online e atua como DJ. Patrícia Jordane, musa de 2014, escolheu a discrição e trabalha com moda. Estela Pereira e Rosiane Pinheiro também seguiram carreiras diversificadas, marcando presença no entretenimento. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Engana-se quem pensa que durante uma Copa do Mundo, todos os olhos estão voltados para dentro do campo. Nas arquibancadas, surgem figuras que marcam a memória do público tanto quanto alguns jogadores. Dentre elas, estão as chamadas “musas das Copas”, que ganharam holofotes pela beleza e carisma na torcida. Larissa Riquelme (2010) Uma das musas mais marcantas é Larissa Riquelme. A modelo paraguaia se tornou um fenômeno mundial durante a Copa de 2010, na África do Sul, ao aparecer nas arquibancadas apoiando a seleção de seu país. Mais de uma década depois, ela segue ativa como influenciadora digital, apresentadora e modelo, mantendo uma forte presença nas redes sociais. Larissa, que viralizou ao aparecer num estádio com o telefone celular entre os seios, graduou-se em jornalismo e vai trabalhar na cobertura do Mundial de 2026. A Copa de 2010 ficou marcada por uma torcedora ilustre do Paraguai: a modelo Larissa Riquelme — Foto: Norberto Duarte/AFP Ivana Knoll (2022) A croata Ivana Knoll foi um dos rostos mais fotografados da Copa do Mundo mais recente, no Catar, em 2022. Com roupas inspiradas nas cores da seleção da Croácia, ela viralizou nas redes sociais e ganhou projeção internacional ao desafiar os rígidos códigos de vestimenta do país-sede, usando roupas que mostram mais a pele. A gata aproveitou e transformou a popularidade em carreira. Atualmente, aos 33 anos, atua como influenciadora digital e DJ, acumula milhões de seguidores nas redes sociais e participa de eventos esportivos e de entretenimento ao redor do mundo. Patrícia Jordane (2014) Uma das musas da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, Patrícia Jordane ganhou notoriedade após rumores de um relacionamento com Neymar e estampou capas de revistas no Brasil e no exterior. Após o auge da fama, optou por uma vida mais reservada. A modelo se mudou para Miami, nos Estados Unidos, casou-se com o produtor americano Richard Raymond e passou a atuar nos bastidores do mercado da moda, lançando uma marca de beachwear. Hoje, evita falar publicamente sobre o período em que ficou conhecida como musa do Mundial. Patrícia Jordane estampou capa de revistas no Brasil e no Exterior; hoje, vive vida 'low profile' — Foto: Reprodução | Instagram Estela Pereira (2006) Escolhida como musa da Copa da Alemanha, em 2006, Estela Pereira participou de programas de televisão e estampou edições internacionais da Playboy. Com o dinheiro que ganhou, comprou uma casa, mudou de carro, investiu nos estudos e teve a chance de conhecer vários países:No entanto, a carreira perdeu força pouco tempo depois. Em entrevistas recentes, ela afirmou que se afastou dos holofotes por influência de um relacionamento marcado por ciúmes excessivos, que a levou a recusar oportunidades profissionais. Estela Pereira nos tempos de musa e hoje aos 40 anos — Foto: Luís Crispino e Reprodução/Instagram Rosiane Pinheiro (1998) Representante da Copa da França, em 1998, Rosiane Pinheiro já era conhecida nacionalmente como integrante do grupo Gang do Samba quando foi eleita musa do Mundial. A exposição rendeu trabalhos na televisão, ensaios para revistas e participações em programas de humor. Décadas depois, ela segue ligada ao entretenimento. Rosiane retornou ao balé da Gang do Samba, participou de reality shows e hoje atua como repórter e atriz, além de ser Madrinha de Bateria da Vai Vai. Vale uma menção honrosa a uma musa que não chegou a marcar uma Copa do Mundo, mas uma partida entre Brasil e Chile pelas Eliminatórias da Copa de 1990. Em 1989, Rosenery Mello do Nascimento ficou conhecida como a “Fogueteira do Maracanã” após lançar um sinalizador durante o jogo. O episódio ficou marcado porque o goleiro chileno Roberto Rojas simulou ter sido atingido pelo artefato, numa fraude que resultou em punições severas ao futebol chileno. A notoriedade levou Rosenery a posar para revistas e participar de programas de TV. Ela morreu em 2011, aos 45 anos, após sofrer um aneurisma cerebral.