Cantora está retornando a sua carreira depois de seis anos afastada dos palcos devido a luta contra a síndrome da pessoa rígida, distúrbio neurológico que pode provocar rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos Celine Dion no Grammy 2024 — Foto: AMY SUSSMAN/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você As novas apresentações ocorrerão de 8 a 29 de maio de 2027. A decisão visa atender ao público que esgotou os ingressos para os shows deste ano. Para adquirir as entradas limitadas, os interessados precisam se cadastrar em uma pré-venda especial. O processo busca organizar a alta procura dos fãs. Aos 58 anos, a estrela canadense enfrenta a síndrome da pessoa rígida desde 2022. Sua última grande aparição foi na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A cantora canadense Céline Dion anunciou nesta segunda-feira mais uma série de 10 apresentações em Paris, que será realizada entre 8 e 29 de maio de 2027 na capital francesa. As novas datas foram criadas "para responder à demanda sem precedentes dos fãs", afirmou a equipe da artista em um comunicado. Muitos fãs da Dion não conseguiram comprar entradas para um dos seus 16 shows na Paris La Défense Arena, maior arena coberta da Europa , que serão levados ao cabo durante cinco semanas a partir de 12 de setembro deste ano. Os ingressos para as novas datas serão oferecidos "a um número limitado de fãs", já cadastrados na pré-venda da artista ou da casa de shows, explicaram os organizadores. Dion, de 58 anos, anunciou no final de março seu retorno aos palcos, em Paris, depois de seis anos afastada do público. A artista teve que interromper sua última turnê, iniciada em 2019, primeiro devido à pandemia e depois por problemas de saúde. Desde 2022, ela luta contra a síndrome da pessoa rígida, distúrbio neurológico que pode provocar rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos. Apesar das dificuldades da doença, a cantora surpreendeu o mundo com sua performance na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em julho de 2024: da Torre Eiffel, ela interpretou "Hino ao Amor", de Édith Piaf, em um final apoteótico. Devido a problemas de saúde, a artista, vencedora de cinco Grammys, teve seu retorno, inicialmente previsto para 2025, adiado diversas vezes.