“Nunca fiz nada sozinho na vida”, Guilherme Milhano, professor do Instituto Superior Técnico e investigador do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), desfaz logo no início da conversa o mito de que os físicos teóricos trabalham isolados com os seus pensamentos, de onde emergem de pai solteiro ideias que mudam o mundo. “Aqui no CERN ninguém trabalha sozinho. Os artigos que resultam de dados dos nossos aceleradores são assinados por todos os que trabalham nesses instrumentos, pelo princípio básico de que todos contribuímos de forma indispensável à construção daquele conhecimento.”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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01 de Junho de 2026
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