[RESUMO] Ícone da ficção científica no cinema desde que o primeiro "Alien" alavancou sua carreira, em 1979, a atriz Sigourney Weaver volta ao gênero no filme "Star Wars: O Mandaloriano e Grogu", em cartaz nos cinemas, no qual novamente encara uma missão mortal em uma galáxia muito, muito distante. Em entrevista à Folha, ela fala das muitas personagens poderosas que viveu no cinema, de como foi entrar no universo de "Star Wars" e da mudança de mentalidade de Hollywood em relação às mulheres.
Salvar o mundo de ameaças alienígenas é com ela mesma. Aos 76 anos, a atriz americana Sigourney Weaver reafirma sua trajetória icônica na ficção científica ao interpretar a Coronel Ward no elenco do novo filme da multibilionária saga "Star Wars", "O Mandaloriano e Grogu", em cartaz nos cinemas.
Galáxias distantes não são exatamente uma novidade na filmografia dela. Sigourney Weaver levou o feminismo para o espaço em "Alien - O Oitavo Passageiro" (1979), de Ridley Scott, como a durona Ellen Ripley, a única tripulante da Nostromo capaz de enfrentar a criatura alienígena do título. Sigourney foi indicada ao Oscar pela sequência "Aliens - O Resgate", de 1986.
Já na franquia "Os Caça-Fantasmas", iniciada em 1984, interpretou a violoncelista Dana Barrett, papel que conseguiu ao imitar um cachorro durante sua audição com o diretor Ivan Reitman. Mais recentemente, no universo "Avatar" de James Cameron, outra das franquias mais lucrativas da história, interpretou dois papéis, a doutora Grace e sua filha Kiri.












