Durante a longeva passagem de Tite à frente da seleção brasileira, entre 2016 e 2022, o volante Casemiro foi um dos pilares do meio de campo da equipe.

Conhecido pela firmeza e eficiência nos desarmes, o jogador revelado na base do São Paulo se estabeleceu no período como uma das peças fundamentais de um dos meios de campo mais dominantes do futebol mundial no Real Madrid, ao lado do alemão Toni Kroos e do croata Luka Modrić.

No vitorioso período em Madri, boa parte dele sob o comando de Carlo Ancelotti, Casemiro empilhou cinco taças da Champions League e três do Campeonato Espanhol, além de outras três do Mundial de Clubes da Fifa (Federação Internacional de Futebol) e das Supercopas da Espanha e da Uefa.

Um dos nomes mais experientes do grupo, o jogador natural de São José dos Campos (SP) seguiu como referência do meio de campo da seleção durante a curta passagem do interino Ramon Menezes, e também sob Fernando Diniz, quando chegou a assumir a braçadeira de capitão.

No entanto, não foi chamado nenhuma vez após Dorival Júnior assumir o cargo, entre janeiro de 2024 e março de 2025, quando chegou-se a falar em fim de ciclo de Casemiro com a amarelinha.