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“Não há nenhuma feira como esta, e queremos protegê-la para que se mantenha assim.” Quem o diz é Maribel López, directora da ARCO, a maior feira de arte ibérica e cuja edição em Lisboa cumpre neste ano uma década. “É uma data importante para uma feira nova, num mundo onde há tantas feiras de arte contemporânea, incluindo uma outra, a de Madrid, que é organizada por nós. Começámos com 45 galerias e agora temos 86!”, acrescenta a directora ao PÚBLICO no dia da inauguração — a feira de arte contemporânea abriu para convidados nesta quinta-feira e decorre para o público em geral até domingo.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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29 de Maio de 2026