Refinaria de Manguinhos (Refit) — Foto: Reprodução O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, deu o primeiro passo concreto em sua decisão de desapropriar o terreno onde está instalada a Refit (ex-Manguinhos), a refinaria que é joia da coroa do notório Ricardo Magro, cuja prisão preventiva foi expedida pelo STF no início do mês. Como o local onde está instalada a refinaria pertence à União, Couto conversou com o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, para que sua ideia avance. É necessário que se estabeleça uma parceria entre o Rio e a União. O plano de Couto tem toda a simpatia do governo federal. Basta lembrar as simpática definição dada por Lula recentemente sobre Magro: — É maior devedor de dinheiro público do país. Na semana que vem, Lima e Silva terá reuniões com a AGU e com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) para dar os primeiros passos do processo. O valor da desapropriação ainda não está definido. Só de ICMS, a Refir deve ao Rio R$ 14,3 bilhões (no total, o débito do grupo em impostos é R$ 30 bilhões entre Rio e São Paulo). Ricardo Couto já levou a ideia a Magda Chambriard, que mostrou interesse em ficar com a área para a Petrobras expandir sua capacidade de refino. Couto conversou também com outros interessados no negócio na semana retrasada.
Os primeiros passos para a desapropriação da Refit, a joia da coroa do maior sonegador do Brasil
Os primeiros passos para a desapropriação da Refit, a joia da coroa do maior sonegador do Brasil
O Rio de Janeiro iniciou a desapropriação da refinaria Refit, de Ricardo Magro (preso pelo STF), cujo grupo acumula R$ 30 bi em débitos fiscais entre Rio e SP. A Petrobras manifestou interesse no ativo para ampliar capacidade de refino; o processo depende de parceria federal-estadual, sem valor de indenização definido.








