Versão do vírus responsável pelo surto atual, que já acumula mais de 220 mortos, não tem imunizantes ou medicamentos disponíveis Alerta de saúde em meio ao surto de Ebola na República Democrática do Congo. — Foto: Glody MURHABAZI / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 28/05/2026 - 14:47 União Africana promete vacina contra Ebola Bundibugyo até 2026 A União Africana, através do Africa CDC, promete uma vacina para a espécie Bundibugyo do vírus Ebola até 2026. O surto atual, com mais de 220 mortos e mil casos suspeitos na República Democrática do Congo e Uganda, carece de imunizantes ou tratamentos. A OMS declarou emergência de saúde pública, destacando o risco nacional "muito alto" e global "baixo". Este é o terceiro maior surto de Ebola registrado. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma vacina contra a espécie Bundibugyo do vírus do Ebola estará pronta até o fim do ano, afirmou nesta quinta-feira o diretor dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), Jean Kaseya. — Podemos dizer com certeza que, até o fim de 2026, o Africa CDC garantirá que tenhamos uma vacina e um medicamento contra Bundibugyo — disse durante uma coletiva de imprensa. De acordo com o balanço mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), são mais de mil casos suspeitos e 220 mortes no surto na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda, o que representa uma taxa de letalidade de 24,6%. O cenário foi decretado como uma emergência de saúde pública de importância internacional, estágio mais elevado de alerta da organização, no meio de maio. A OMS classifica o risco nacional como "muito alto", embora mantenha o risco global como "baixo". Ebola se torna emergência de saúde internacional; Veja fotos 1 de 11 O centro de tratamento de Ebola, em Goma, estava abandonado desde o fim do surto de 2019. Trabalhadores restauram o espaço — Foto: Jospin Mwisha / AFP 2 de 11 Uma funcionária verifica a temperatura de uma antes de permitir seu acesso ao hospital em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Um profissional de saúde monitora os visitantes que chegam ao Laboratório Rodolphe Mérieux, do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica, em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP 4 de 11 Cartaz com os números de contato de emergência para o Ebola fixado em uma tenda na passagem de fronteira de Busunga — Foto: Badru Katumba / AFP X de 11 Publicidade 5 de 11 Um soldado no antigo centro de tratamento de Ebola, em Goma, que estava abandonado desde o fim do surto em 2019 — Foto: Jospin Mwisha / AFP 6 de 11 Um agente sanitário higieniza as mãos de um motociclista pela fronteira entre Uganda e a República Democrática do Congo — Foto: Badru Katumba / AFP X de 11 Publicidade 7 de 11 Um visitante tem sua temperatura verificada antes de entrar no Hospital Kyeshero — Foto: Jospin Mwisha / AFP 8 de 11 Homem se prepara para entrar no Hospital Kyeshero, em um posto de controle para lavagem das mãos e aferição de temperatura para todos os visitantes — Foto: Jospin Mwisha / AFP X de 11 Publicidade 9 de 11 Um profissional de saúde monitora os visitantes que chegam ao Laboratório Rodolphe Mérieux, do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica, em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP 10 de 11 Um agente de saúde fronteiriço na passagem entre Uganda e a República Democrática do Congo, verifica a temperatura de um viajante — Foto: Badru KATUMBA / AFP X de 11 Publicidade 11 de 11 Um visitante tem sua temperatura verificada antes de entrar no Hospital Kyeshero — Foto: John WESSELS / AFP Surto da doença na África leva OMS a acionar nível máximo de emergência sanitária internacional Esse já é o terceiro maior surto de Ebola registrado na história, e é também a terceira vez em que a OMS decreta emergência internacional por conta do vírus. Um diferencial, no entanto, é que a espécie do Ebola que circula nos países, chamada de Bundibugyo, é mais rara e não tem vacinas ou tratamentos disponíveis. Pesquisadores têm direcionado esforços para conseguir testar terapias em desenvolvimento durante o surto atual.
Ebola: Agência de Saúde da União Africana promete vacina para espécie Bundibugyo até o fim de 2026
Versão do vírus responsável pelo surto atual, que já acumula mais de 220 mortos, não tem imunizantes ou medicamentos disponíveis











