O Conselho Federal de Medicina já defendeu a proibição junto à Anvisa do uso do polimetilmetacrilato (PMMA) para fins estéticos como substância preenchedora CFM alerta para o risco de sequelas graves e até morte no uso estético — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/05/2026 - 19:52 Mulher morre após procedimento estético com PMMA em SP; caso é investigado Uma mulher de 48 anos morreu após um procedimento estético em um edifício comercial no Brooklin, SP. Roseli, a vítima, passou mal após injeção de PMMA nos glúteos e coxas. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que analisa a ligação entre o procedimento e a morte. A médica responsável tentou reanimação, mas sem sucesso. Laudos do IML serão cruciais para esclarecer o caso. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Civil de São Paulo investiga as circunstâncias da morte de uma mulher de 48 anos, identificada como Roseli, ocorrida na manhã desta terça-feira (26) após um procedimento estético de remodelação corporal. Ela passou mal e morreu no hall de um edifício comercial no bairro do Brooklin, Zona Sul da capital paulista, onde funcionava um consultório de estética. O caso foi registrado como morte suspeita, englobando as hipóteses de morte acidental e homicídio. De acordo com as autoridades, a vítima havia se submetido a uma remodelação corporal na última segunda-feira (25). Durante a intervenção, conduzida por uma médica de 36 anos em uma sala alugada, foi injetado polimetilmetacrilato (PMMA) na região dos glúteos e na face posterior das coxas da paciente. Nas horas seguintes ao procedimento, Roseli teria relatado um quadro de mal-estar generalizado e dores agudas. Diante do agravamento dos sintomas nesta manhã, a médica orientou que a paciente retornasse ao estabelecimento para receber uma nova avaliação clínica. O quadro clínico, contudo, deteriorou-se rapidamente de forma severa. A caminho do consultório, a mulher desmaiou no interior de um veículo de transporte por aplicativo. Ao desembarcar no endereço, já desacordada, a paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória logo na recepção do prédio. A médica responsável e, posteriormente, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) iniciaram manobras de reanimação cardiopulmonar, sem sucesso, tendo o óbito constatado ainda no local. A Secretaria de Segurança Pública informou em nota que diligências estão em andamento para colher depoimentos e esclarecer toda a cronologia dos fatos. O foco principal do inquérito é determinar se existe relação entre a aplicação do PMMA e a morte da paciente. "A Polícia Civil agora aguarda os laudos dos exames periciais e toxicológicos do Instituto Médico Legal (IML), que serão fundamentais para apontar a causa exata do falecimento". O Conselho Regional de Medicina e órgãos de vigilância sanitária deverão acompanhar os desdobramentos para checar a regularidade do espaço locado e a conduta da profissional envolvida.
Mulher de 48 anos morre em prédio comercial de SP após procedimento estético
O Conselho Federal de Medicina já defendeu a proibição junto à Anvisa do uso do polimetilmetacrilato (PMMA) para fins estéticos como substância preenchedora











