O Brasil tem sido um dos principais destinos de fluxos para mercados emergentes no ciclo recente, impulsionado por fundamentos positivos, mas também por uma certa falta de competição. China e Índia, que tradicionalmente são grandes ímãs de recursos, deste vez não estão atraindo tanto. “Por falta de alternativas, o Brasil é a bola da vez”, comenta Bruno Saraiva, co-head de banco de investimento e diretor de mercado de ações (ECM) para América Latina no Bank of America.

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