O inédito pedido russo para que cidadãos comuns e diplomatas estrangeiros deixem Kiev devido a um mega-ataque a centros de decisão do governo ucraniano por ora não comoveu oficialmente os governos com representação na capital.
Na segunda-feira (25), o Ministério das Relações Exteriores russo emitiu um alerta inusual, sugerindo a evacuação de estrangeiros e que moradores da cidade se afastem de prédios governamentais e militares.
Na véspera, Moscou havia promovido um mega-ataque com 600 drones e 90 mísseis balísticos, incluindo o novo modelo criado para conflitos nucleares Orechnik, focando na região de Kiev.
A Rússia declarou que foi uma vingança pela morte de 21 estudantes em um dormitório durante um ataque ucraniano a Lugansk, região ocupada no leste do país.
Após vários países expressarem repúdio à ameaça, o secretário-geral da ONU, o português António Guterres, disse estar "extremamente preocupado" com a situação. "Nós condenamos o ataque à escola. Mais do que nunca, é imperativo evitar a escalada", disse.











