Lexi Brown, de 15 anos, sofreu um AVC na medula espinhal após apresentar sintomas gripais e hoje passa por reabilitação intensiva Lexi Brown, hoje com 15 anos, começou a apresentar febre e tonturas em dezembro do ano passado, mas o quadro se agravou poucos dias depois — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/05/2026 - 07:09 Adolescente tetraplégica busca recuperação após AVC raro na medula Lexi Brown, 15, ficou tetraplégica após um raro AVC na medula espinhal, desencadeado por gripe no Reino Unido. A adolescente, antes ativa e apaixonada por música, luta para recuperar movimentos e fala. A família destaca pequenos avanços na reabilitação e busca apoio financeiro para tratamentos futuros. A mãe, Stacy, acredita que o rápido pedido de ajuda da filha foi crucial para sua sobrevivência. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma adolescente britânica ficou tetraplégica após contrair gripe e sofrer um raro AVC na medula espinhal no Reino Unido. Lexi Brown, hoje com 15 anos, começou a apresentar febre e tonturas em dezembro do ano passado, mas o quadro se agravou poucos dias depois, quando ela ligou para a mãe gritando de dor. Moradora de Clacton-on-Sea, no condado de Essex, Lexi foi socorrida por paramédicos e levada às pressas ao Hospital Addenbrooke’s, em Cambridge, após precisar ser reanimada. Os médicos decidiram colocá-la em coma induzido enquanto investigavam o que havia acontecido. Dias depois, a adolescente acordou sem conseguir andar, falar ou respirar sem ajuda. Segundo a equipe médica, a suspeita é de que a gripe tenha desencadeado um AVC na medula espinhal. ‘Ela perdeu tudo o que amava’ A mãe da jovem, Stacy Grantham, afirmou que a filha era saudável, ativa e apaixonada por música e teatro antes do episódio. — Sabe quando você ouve um grito específico e simplesmente sabe que é algo sério? Era isso — relembrou à imprensa brintânica. — Ela era tão saudável e ativa, uma cantora realmente apaixonada. Stacy contou ainda que a filha sente que “perdeu tudo o que ama” desde que ficou paralisada do pescoço para baixo. A adolescente segue internada e utiliza ventilação mecânica durante a noite, embora já consiga respirar sozinha durante o dia. Ela também recuperou parcialmente os movimentos dos membros e consegue falar novamente por meio de um tubo de traqueostomia, ainda que com a voz mais rouca. Apesar das limitações, a família relata pequenos avanços na reabilitação. — Ela conseguiu ficar sentada sozinha por 30 segundos outro dia, o que foi enorme para nós, porque disseram que isso nunca aconteceria — afirmou a mãe. A família lançou uma campanha de arrecadação para custear fisioterapia particular, deslocamentos e adaptações para uma futura moradia acessível, já que a casa atual não comporta as necessidades da adolescente. Stacy também afirmou que acredita que a filha salvou a própria vida ao pedir ajuda rapidamente. — Ela não estaria aqui hoje se não tivesse feito aquela ligação — disse.