O HSBC fez um apelo nesta quarta-feira (20) aos funcionários para que não lutem contra a inteligência artificial, dizendo que ela destrói empregos ao mesmo tempo em que cria novos, enquanto o rival Standard Chartered procurou acalmar trabalhadores após o CEO anunciar 8.000 demissões e dizer que está trocando "capital humano de menor valor pela tecnologia".
As previsões de dois dos maiores bancos do mundo são o sinal mais claro até o momento sobre a reviravolta de uma tecnologia que pode consumir e processar grandes quantidades de dados, concluindo tarefas anteriormente realizadas por pessoas.O presidente-executivo do HSBC, Georges Elhedery, pediu aos funcionários do banco que se certifiquem de que "não estejam lutando contra nós, não estejam ansiosos, sobrecarregados e resistindo à mudança", prometendo que a IA poderá torná-los "versões mais produtivas de si mesmos".
"Todos nós sabemos que a IA generativa destruirá certos empregos e criará novos empregos", disse Elhedery.
Já o Standard Chartered anunciou quase 8.000 demissões na terça-feira (19) com o presidente-executivo do banco afirmando que estava substituindo "capital humano de menor valor" por tecnologia.Bill Winters disse que o StanChart cortará 15% de suas funções corporativas até 2030, destacando como os funcionários das chamadas funções de "back office" são particularmente vulneráveis.










