A flotilha Global Sumud, composta por cerca de 50 navios, havia anunciado que forças israelenses estavam abordando as embarcações Flotilha de ajuda humanitária — Foto: AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/05/2026 - 01:05 Israel transfere 430 ativistas da flotilha de Gaza após interceptação Israel anunciou que está transferindo 430 ativistas da flotilha de Gaza, interceptados pela Marinha israelense na costa do Chipre, para seu território. A flotilha Global Sumud, com cerca de 50 navios, foi abordada de forma que seus membros classificaram como "ilegal e violenta". O grupo tenta romper o bloqueio a Gaza, imposto desde 2013. Netanyahu qualificou a ação como resposta a um plano "malicioso". CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os 430 membros da flotilha de Gaza interceptados na segunda-feira por forças israelenses na costa do Chipre estão sendo transferidos para Israel, anunciou o Ministério das Relações Exteriores israelense na manhã desta quarta-feira. "Os 430 ativistas foram transferidos para embarcações israelenses e estão a caminho de Israel, onde poderão se encontrar com seus representantes consulares", disse um porta-voz do ministério. Na manhã de segunda-feira, a flotilha Global Sumud, composta por cerca de 50 navios, havia anunciado que forças israelenses estavam abordando as embarcações. "A ocupação israelense interceptou mais uma vez, de forma ilegal e violenta, nossa flotilha internacional de navios humanitários e sequestrou nossos voluntários", denunciou a flotilha posteriormente na plataforma de mídia social X, exigindo "a libertação imediata dos ativistas e o fim do bloqueio de Gaza". "A ocupação israelense interceptou mais uma vez, de forma ilegal e violenta, nossa flotilha internacional de navios humanitários e sequestrou nossos voluntários", denunciou a flotilha posteriormente na plataforma de mídia social X, exigindo "a libertação imediata dos ativistas e o fim do bloqueio de Gaza". Esta é a terceira tentativa em um ano deste grupo de romper o bloqueio israelense imposto a Gaza, um território devastado pela guerra e que enfrenta grave escassez desde o início do conflito, que começou em outubro de 2013 com um ataque sem precedentes do movimento islâmico palestino Hamas contra Israel. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou a interceptação dos navios, denunciando um plano "malicioso". "Eles estão realizando esta operação com notável sucesso... Continuem até o fim", disse o primeiro-ministro ao comandante da Marinha israelense responsável pela operação, segundo um comunicado de seu gabinete que divulgou um trecho da conversa. Na segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores havia alertado que "não permitiria nenhuma violação do bloqueio naval legal imposto a Gaza".