Nos bastidores da construção da Linha 19-Celeste, o vencedor do lote três, um consórcio liderado pela Odebrecht, espera movimentação do metrô de São Paulo para a assinatura dos contratos e início das obras. Também fazem parte do grupo vencedor a Álya e a italiana Ghella. Elas questionam a demora para começar a construção.
O contrato da terceira é estimado em R$ 6,9 bilhões.
Procurado pela coluna, o Metrô afirma que os certames ainda estão em fase de avaliação da documentação dos consórcios vencedores, etapa que antecede a homologação.
A Linha 19-Celeste deve ligar a atual estação Anhangabaú ao novo terminal Bosque Maia, próxima ao centro de Guarulhos. O lote 3 é o trecho final da linha, começando na estação Catumbi e terminando na Anhangabaú.
A estimativa é que 630 mil passageiros sejam atendidos por dia pelo novo ramal. Há recursos para avançar com as obras ainda em 2026 e possibilidade de buscar linhas de crédito.












